sábado, 19 de outubro de 2013

Vício em Vinícius

       

                                                         ( capa e contra capa do LP)
                                                            
 Walnize Carvalho
         
            Sou Vinícius de Moraes desde “mocinha”.
         Tenho dele, vários poemas transcritos em um “caderno de recordações”, que à época da adolescência era comum as colegas do ginasial trocarem entre si.
        Como também um LP (1977) guardado comigo, do qual muito gosto. É daqueles que você fala: “Não dou, não alugo, não empresto!”...
        Estive nos idas de 90 visitando ”A Toca do Vinícius”, livraria e um centro de referência da bossa nova. A loja possui uma grande coleção de livros, CDs, DVDs, LPs e artesanato, de onde adquiri mimos, que também estão no meu acervo “Viniciano”.
        E depois tome livros, discos ...
      Quando estreou o documentário “Vinícius”, lá estava eu na primeira fila do Cine-Teatro da UFF (Niterói).Emoção à flor da pele.
       Um fato marcante e confessional: Era uma tarde (não em Itapuã), mas no “Farol de São Tomé”.Domingo.14 de janeiro de 1973.Retornava daquele balneário para Campos, onde mais tarde nasceria meu segundo filho.Chamaria Vinícius.Meu saudoso pai(sem saber do nome escolhido), timidamente, me pediu se poderia ser Guilherme(fazendo referência ao seu avô e tio - seu professor das primeiras letras).Pedido feito e aceito.
      Sendo assim, nesses 100 anos do Poetinha ,afirmo: meu bem querer ao Vinícius de Moraes será eterno enquanto EU DURE...



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