sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mês de junho chegando...


Do Face pro blog


Cada uma...


Peço desculpas aos leitores do "Sociedade",mas não estou conseguindo alinhar a postagem anterior...
Mas ...Hoje é Dia Mundial Sem Tabaco

Crianças são as mais afetadas por fumo passivo

Do:Diário do Grande ABC
Todos sabem que fumar é extremamente prejudicial à saúde. Quem consome tabaco tem chances enormes de desenvolver vários tipos de câncer, doenças respiratórias, cardíacas e derrame. Mas o cigarro não afeta somente fumantes.
Hoje, no Dia Mundial Sem Tabaco, o alerta é para as pessoas que convivem com tabagistas, os chamados fumantes passivos, que também possuem grandes probabilidades de ficar doente. 
A OMS (Organização Mundial da Saúde) informa que 40% das vítimas do fumo passivo têm até 5 anos. Cerca de 700 milhões de crianças em todo o mundo estão expostas à fumaça do cigarro dentro de casa. Além disso, segundo o Inca (Instituto Nacional de Câncer), o tabagismo passivo é a terceira maior causa de morte evitável no mundo.
“A imunidade da criança é diferente da de um adulto. Como o sistema respiratório é mais frágil, o risco de elas desenvolverem doenças pulmonares é maior”, explica o diretor de promoção da saúde cardiovascular da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), Carlos Alberto Machado.
Por esse motivo, a SBC elaborou neste ano uma cartilha para informar que crianças são as mais vulneráveis ao fumo passivo. O intuito é que elas conscientizem os pais a abandonarem cigarro. “Queremos que os pequenos virem agentes de saúde. Eles têm mais poder sobre os pais mais do que os profissionais”, justifica Machado.
Quanto maior o número de fumantes dentro de casa, maior é o risco de crianças desenvolverem doenças cardiovasculares, respiratórias, problemas no sistema imunológico, deficit de atenção e até perda de audição.
Segundo o especialista, por mais que as pessoas fumem em áreas externas, como sacadas e quintais, os componentes do cigarro ficam impregnados na pele, cabelo e roupa. “O vento leva as partículas e elas entram em contato com as vias respiratórias. O ideal é não deixar ninguém fumar perto”, alerta o cardiologista.
Mas não é só no início da vida que o fumo passivo é prejudicial. Segundo o Inca, pessoas expostas ao tabaco têm 30% mais chance de desenvolver câncer de pulmão e de sofrer com doenças cardíacas. No Brasil, pelo menos 2.655 não fumantes morrem a cada ano por doenças atribuíveis ao tabagismo passivo. Isso corresponde a sete mortes por dia.
Outro foco da campanha é alertar crianças e adolescentes sobre os riscos do tabaco para que não virem fumantes no futuro. Pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Cardiologia com cerca de 3.000 alunos com idade entre 10 e 19 anos de escolas públicas apontou que, para os 10% de jovens fumantes, o exemplo vindo de casa foi determinante para o início do vício. 
Neste grupo, 52% dos pais fumavam, seguido das mães (44%) e irmãos (36%). Já com os outros 90% não fumantes, os índices caíram significativamente: 18% dos pais e 14% das mães fumavam. No caso dos irmãos, a porcentagem foi de 5%.
Cigarro reduz vida em até 10 anos
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o tabaco reduz entre sete e dez anos a expectativa de vida do fumante. O consumo de cigarro mata cerca de 10 mil pessoas por dia e é a principal causa de morte evitável no mundo, seguida pelo álcool e pelo fumo passivo. 
No Dia Mundial Sem Tabaco, o ideal é que as pessoas reflitam sobre a atitude e deixem de fumar ou sequer tenham vontade de experimentar.
“Parar é muito mais difícil que começar. Além da dependência química, existe a psicológica. O tratamento é muito complicado porque envolve decisão do fumante e mudança de comportamento, aliado ao tratamento com remédios e adesivos”, avalia o pneumologista da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC), Adriano César Guazzelli.
Dicas
Especialistas aconselham que para parar de fumar é necessário força de vontade, diminuir consumo aos poucos, evitar ingerir bebidas alcoólicas, escovar os dentes após as refeições, fazer exercícios físicos, jogar fora isqueiros e cinzeiros e resistir às recaídas nos primeiros dias.
 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

UENF no topo das universidades


A UENF figura no topo das universidades da América Latina no indicador de qualificação do corpo docente utilizado pela QS (Quacquarelli Symonds), agência britânica especializada em avaliações de instituições de ensino. Na versão 2012 do ranking, divulgada nesta quarta (13/06/12), a UENF aparece no ponto mais alto da lista no critério 'professores com doutorado', com índice de 100%.
O mesmo índice - que na UENF é uma realidade desde sua implantação - é atingido por outras 12 universidades latino-americanas. São dez brasileiras (UnB, USP, Unicamp, Unesp, Ufla, UFMG, UFSC, UFSCar, Unifesp e UFGRS) - e duas argentinas (Instituto Tecnológico de Buenos Aires e Universidad Torcuato Di Tella).
A UENF também se destaca no indicador que considera o número de artigos científicos por docente publicados em periódicos internacionais indexados. Neste quesito, a Universidade Estadual do Norte Fluminense figura em oitavo lugar na América Latina, atrás da Unicamp, USP, Unifesp, Ufla, UFRGS, Universidad de Chile e Unesp.
Na ponderação do conjunto de parâmetros de avaliação - incluindo itens como 'reputação acadêmica, 'reputação com empregadores', 'citações por artigo' e 'impacto na internet' -, a UENF aparece entre as 117 melhores universidades da América Latina.
Em outra avaliação internacional recentemente divulgada (o ranking SIR, focado na produção e produtividade científica), a UENF aparece na 62ª posição na lista da América Latina e na 116ª na relação ampliada que inclui as instituições de Portugal e Espanha. Os dados foram retirados da base Scopus, considerada uma das mais abrangentes do mundo.
Fonte: www.uenf.br

Faroeste Caboclo chega aos cinemas


Faroeste Caboclo leva às telas a saga do personagem João do Santo Cristo, cantada por Renato Russo em um dos maiores sucessos da Legião Urbana. O filme conta a história de um brasileiro comum, João do Santo Cristo, que deixa sua cidade natal e se muda para a Brasília em busca de uma vida melhor. Lá, ele encontra a miséria e o crime, mas também descobre o amor nos braços de Maria Lúcia.

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Essa tal Felicidade...

O Brasil e os mais felizes no mundo
Por: EDITORIAL
Noutro ranking que se propõe a qualificar o mundo, 
o Brasil subiu uma posição,
 mas ainda está na retaguarda. 
Trata-se do “campeonato” dos países
 “mais felizes” no globo. Promovido pela Organização para a Cooperação
 e Desenvolvimento Econômico (OCDE), a pesquisa passa o pente fino 
entre as 34 nações integrantes do colegiado,
 grupo ao qual tem sido incorporados Brasil e Rússia,
 como convidados de honra.


São 36 “competidores”. Ficamos em 33º, 

uma posição acima quanto à pesquisa anterior,
 o que significa dizer que deixamos dois sócios
 efetivos abaixo de nossa classificação. 
Isto é grande coisa? Quem sabe? Mas é algo a registrar.


A primeira colocada, com direito a pregar na parede

 o diploma de “povo mais feliz do mundo”, foi a Austrália. 
Tricampeã, por sinal.
 Suécia, Noruega, Suíça, Estados Unidos, Dinamarca, Holanda, 
Islândia e Grã-Bretanha completam, em ordem decrescente,
 a dezena de países onde seus povos sentem-se mais felizes.

Dentre os itens auferidos junto aos australianos estão
 elementos significativos como o fato de que 73% 
de seus habitantes (entre 15 e 64 anos) estão empregados;
 a expectativa média de vida é de 82 anos;
 a economia vive em crescimento há 20 anos; 
é considerado o único grande país desenvolvido 
que conseguiu evitar a recessão global de 2009; 
a moeda nacional, o dólar australiano, 
atingiu os melhores patamares dos últimos 30 anos etc.


Tricampeões, a Austrália não está tão feliz assim,

 pois, segundo os pesquisadores, 
começa a identificar desafios pesados 
para manter esse ritmo de crescimento 
(a atividade mineradora, por exemplo, 
está emitindo sinais de desaceleração) 
e despontam inquietantes traços
 de aumento na disparidade de renda, além de indícios 
de retorno do fantasma do desemprego.


E nós? Pelas análises da OCDE,

 “o Brasil conseguiu melhorar a qualidade de vida
 de seus cidadãos nos últimos anos”. 
Aos pesquisadores, “em geral, 
os brasileiros disseram estar mais satisfeitos 
com suas vidas do que a média dos cidadãos dos outros países analisados”. 
Oxalá sigamos adiante nessa feliz avaliação.
Fonte:Gazeta de Alagoas

Vamos prestigiar?



Chegou o dia! “O Auto de Fundação da Vila de Sam Salvador de Campos” foi montada em 1977,está sendo remontada 36 anos depois. Escrita e dirigida por Winston Churchill. O figurino e a cenografia é de Roney Brandão.Com Pedro Fagundes,André Siqueira,Paulo Machado,Aninha Aguiar,Ana Luiza Corrêa, Beth Carneiro,(Juciara Maciel)Jô MacieL,Jovana da Hora,Laiza Dias,Marisângela Lage , Renata Franco Pessanha,Samyla Jabor,Tainá da Hora,Dennis Silva,Hugo Morett
Júnior Rodrigues,Luciano Rangel Aguiar,Murilo D'Lima,Vitor Marinho
Yhasmani Barcelos Cabral

VIVO, patrocinador da CBF, incentiva o uso das redes sociais na seleção

Sem regras para uso de internet, patrocinador da seleção incentiva uso de rede pelos jogadores



Enquanto Felipão não define as regras da seleção para o uso da internet, os jogadores vão sendo incentivados a usar a rede. A Vivo, patrocinadora da seleção, distribuiu 45 modems 4G Plus em formato de pen drive para Neymar e cia usarem a internet ainda mais rápido na concentração dos jogos contra Inglaterra e Copa das Confederações.
Falta ainda a comissão técnica definir se os jogadores poderão usar livremente as redes sociais durante a competição.

Do blog Radar On-line, de Lauro Jardim

terça-feira, 28 de maio de 2013

No clima da oração



    A oração nem sempre nos retira do sofrimento, mas sempre nos reveste de forças para suportá-lo.
    Não nos afasta os problemas do cotidiano, entretanto, nos clareia o raciocínio, a fim de resolvê-los com segurança.
    Não nos modifica as pessoas difíceis dos quadros de convivência, no entanto, nos ilumina os sentimentos, de modo a aceitá-as como são.
    Nem sempre nos cura as enfermidades, contudo, em qualquer ocasião, nos fortalece para o tratamento preciso.
    Não nos imuniza contra a tentação, mas nos multiplica as energias para que lhe evitemos a intromissão, sempre a desdobrar-se através de influências obsessivas.
    Não nos livra da injúria e da perseguição, entretanto, se quisermos, ei-la que nos sugere o silêncio, dentro do qual deixaremos de ser instrumentos para a extensão do mal.
    Não nos isenta da incompreensão alheia, porém, nos inclina à tolerância para que a sombra do desequilíbrio não nos atinja o coração.
    Nem sempre nos evitará obstáculos e as provações do caminho que nos experimentem por fora, mas sempre nos garantirá a tranqüilidade, por dentro de nós, induzindo-nos a reconhecer que, em todos os acontecimentos da vida, Deus nos faz sempre o melhor.

(Meimei/Francisco Cândido Xavier. Livro: Tende Bom Ânimo)

Do "Baú" do "Sociedade"

Itamar e o Fusquinha


Do site Vrum:

Em 1992, o Brasil vivia uma época de recuperação política e econômica. O Governo do presidente Collor havia liberado as importações de carros, pois ele era ácido nas críticas aos veículos produzidos pela indústria nacional, a qual se referia como carroças. Pouco depois veio o impeachment e o então vice-presidente Itamar Franco assumira interinamente a presidência, até 1995.

Itamar buscava algo que marcasse sua passagem pelo Planalto e foi achar a saída logo no Salão do Automóvel de São Paulo de 92, poucos dias após sua posse como presidente, em 2 de outubro, uma de suas primeiras aparições públicas a posse. Na mostra automotiva, Itamar ficou inconformado ao perceber que o veículo mais barato em exposição custava o equivalente a US$ 23 mil. Nascia ali a ideia da marca do Governo Itamar Franco: um carro popular, que pudesse ser adquirido pela classe média, tão popular quanto o Fusca, que havia deixado de ser produzido no Brasil em 1986.

O então presidente chegou a citar em suas entrevistas a necessidade de um carro para o povo e apelou para que a Volkswagen voltasse a fabricar o Fusca. Outra versão da história da volta do Fusca na era Itamar é de que o político queria apenas agradar sua ex-namorada Lislie, que possuía um exemplar 1981. Outra versão conta que seria apenas um capricho pessoal de Itamar, que na impossibilidade de comprar um Fusca, pediu à Volks que voltasse a fabricar o 'Besouro'.

Mas nenhuma dessas histórias se confirmaram e a verdade veio à tona em 25 de janeiro de 1993. Como a Volkswagen não havia esboçado nenhuma reação às entrevistas, Itamar convidou o presidente da Autolatina, Pierre-Alain de Smedt, para uma reunião em Brasília. Bastou apenas uma conversa para que ele deixasse a capital federal com o acordo da volta do Fusca ao mercado nacional.

Em 23 de agosto de 1993, Itamar Franco reinaugurou a linha de montagem do Fusca na fábrica de Anchieta, da Volkswagen. Na cerimônia, Itamar usou um Fusca conversível, feito especialmente para a ocasião. Na unidade fabril eram montados 100 Fuscas por dia.

Desafio para o marketing 

O Fusca ressuscitado viveu por mais três anos. No início, em 1993, a Volkswagen anunciou que a fila de espera era de 13 mil interessados, entre eles nomes conhecidos como o jogador Palhinha, na época meia-atacante do São Paulo, vivendo sua melhor fase, quando conquistou a Libertadores e o Mundial pelo tricolor paulista. A lista das personalidades que queriam o Fusca – mesmo com o poder aquisitivo de ter carros de luxo - incluía ainda o músico Geraldo Vandré, o publicitário Alex Periscinoto, o Arcebispo Dom Aloísio Lorscheider, o nobre Afonso de Orleans e Bragança, e o então ministro da justiça Maurício José Corrêa.

A montadora usou essa lista de 'famosos' para proteger o Fusca dos ataques da imprensa, e deu certo. Porém, apesar do sucesso na estreiam, o Fusca começou a encalhar nas concessionárias meses depois, fazendo a Volks a canalizar a distribuição do modelo para as revendas de cidades do interior e para frotistas, pois nas grandes capitais, os consumidores preferiam o Gol 1000 e Fiat Uno Mille. Custando CR$ 700 mil, o Fusca era um dos carros mais baratos do mercado na época, vendendo cerca de 1,5 mil unidades em média por mês no primeiro ano.

As vendas do Fusca Itamar só despencavam pelo fato de ter o preço muito próximo de carros mais evoluídos. Em 1996, Itamar Franco já não era mais presidente, o plano real, criado por ele, já completava dois anos e o Fusca, ainda em linha, tentava sobreviver no mercado pelo preço de R$ 8,7 mil, bem próximo do Gol 1000, vendido por R$ 9,5 mil, do Gol 1.0 segunda geração R$ 11,3 mil e do Fiat Mille EP a R$ 11 mil. Ainda entre os populares, nascia o Fiat Palio, referência em tecnologia entre os compactos na segunda metade da década de 1990.

Em 28 de junho de 1996, o Fusca sai de linha no Brasil, de forma discreta, deixando a comemoração por conta apenas da série Ouro para as últimas 1,5 unidades. A edição de despedida do Besouro trazia o revestimento interno esportivo usado no Pointer Gti, novos mostradores de fundo branco, faróis de neblina e lanternas traseiras fumê. Nos três anos de vida do Fusca Itamar, foram produzidas pouco mais de 46 mil unidades.

O Fusca usado por Itamar na reinauguração da linha de montagem do modelo foi doado a ele e hoje se encontra no memorial do ex-presidente, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira.

Imperdível!


Curiosidades da Cultura japonesa



 
 
1 - Você sabia que as crianças japonesas limpam as suas escolas todos os dias, por 15 minutos, juntamente com os professores, o que levou ao surgimento de uma geração de japoneses modestos e entusiasta da limpeza?
 
 
2 - Você sabia que qualquer cidadão japonês que tenha um cão, é obrigado a usar sacos de pano especial para apanhar os dejetos do cão? O desejo de manter a limpeza e a higiene faz parte da ética japonesa.
 
 
3 - Você sabia que um empregado(a) de limpeza no Japão é chamado "engenheiro da saúde" e pode ter salários de USD 5000-8000 por mês? Está sujeito a provas escritas e oral!
 
 
4 - Você sabia que o Japão não tem recursos naturais, estão expostos a centenas de terremotos por ano mas, ainda assim, conseguiu tornar-se a terceira maior economia do mundo?
 

5 - Você sabia que Hiroshima retornou à sua economia vibrante, após a queda da bomba atómica, em apenas 10 anos?
 
 
6 - Você sabia que o Japão impede o uso de telemóveis em comboios, restaurantes e esplanadas?
 
 
7 - Você sabia que no Japão os alunos do primeiro ao sexto ano deve aprender a ética no trato com as pessoas?
 

8 - Você sabia que os japoneses, ainda que seja uma das populações mais ricas do mundo, não têm empregados domésticos? Os pais são responsáveis pela a casa e pelos filhos.
 

9 - Você sabia que não há nenhuma avaliação (exame) do primeiro ao terceiro ano, porque o objetivo da educação é incutir os conceitos e desenvolvimento do caráter, e não apenas o exame e doutrina?
 

10 - Você sabia que num restaurante, com o sistema buffet, as pessoas só se servem do que vão comer e comem tudo? Nenhum alimento é desperdiçado.

11 - Você sabia que os comboios de alta velocidade apresentam, no máximo, um atraso de cerca de 7 segundos por ano? Eles apreciam o valor do tempo, são hiper pontuais, à escala do minuto e segundo.
 
12 - Você sabia que as crianças em idade escolar escovam os dentes e usam fio dental, após as refeições na escola, para aprenderem a manter a sua saúde oral desde cedo?
 

13 - Você sabia que os alunos terminam  as refeições em meia hora para garantir uma boa digestão?
Estes alunos são o futuro do Japão.
 

Quiçá podemos aprender um pouco da cultura, desenvolvimento e a filosofia dos Japoneses. 
13                                                            curiosidades                                                            do Japão e da                                                            cultura                                                            japonesa: 1 -                                                            Você sabia que                                                            as crianças                                                            japonesas                                                            limpam suas                                                            escolas todos                                                               os dias por 15                                                            minutos junto                                                            com os                                                            professores, o                                                            que levou ao                                                            surgimento de                                                            uma geração de                                                            japoneses                                                            modestos e                                                            entusiasta na                                                            limpeza? 2 -                                                            Você sabia que                                                            qualquer                                                               cidadão                                                            japonês que                                                            tenha um cão,                                                            é obrigado a                                                            usar sacos de                                                            pano especial                                                            para apanhar                                                            dejetos do                                                            cão? O desejo                                                            de manter a                                                            limpeza e a                                                            higiene é                                                            parte da ética                                                               japoneses? 3 -                                                            Você sabia que                                                            o trabalhador                                                            de limpeza no                                                            Japão é                                                            chamado

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Em ensaio inspirado em 'O Pequeno Príncipe', garoto 'engana' doença e consegue até 'voar


Aos 12 anos, ogaroto Luka, que sofre de distrofia muscular, precisa de ajuda para a maioria das tarefas do dia a dia, como tomar banho e almoçar. Mas entre as pequenas coisas que consegue fazer sozinho está segurar uma caneta e desenhar.
E foi justamente nos desenhos do menino que o esloveno Matej Peljhan se baseou para retratá-lo em situações e atividades que seriam impossíveis na vida real.
Inspirado no clássico O Pequeno Príncipe, a série mostra Luka voando com uma bexiga e mergulhando ao lado de "peixes".
Peljhan conta que não usou computação gráfica, apenas acessórios simples para compor as fotos. "É preciso apenas mudar a perspectiva. E o Luka sabe bem como fazer isso", diz.

domingo, 26 de maio de 2013

A medicina e o estudo sobre o efeito da espiritualidade

Matéria do jornal "Extra" deste domingo:


“Sem fé, a vida se torna muito mais curta.” A teoria do aposentado tijucano João de Oliveira é antiga e inquestionável entre os religiosos. Mas agora a questão chegou à ciência, que, apesar do imenso abismo que sempre a separou da espiritualidade, começa a investigar a influência da fé em pacientes com doenças cardíacas. O assunto será destaque no 68º Congresso Brasileiro de Cardiologia, que acontecerá em setembro, no Riocentro.
- Baseado em alguns casos, resolvemos estudar se a religiosidade realmente faz com que os pacientes adoeçam menos e tenham menos problemas cardiovasculares - afirma o cardiologista Álvaro Avezum, do Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia, em São Paulo.
João Oliveira enfrenta a doença cardíaca com sua fé em Nossa Senhora da Conceição
João Oliveira enfrenta a doença cardíaca com sua fé em Nossa Senhora da Conceição Foto: Freelancer / Arquivo pessoal

Mas o fato é que, fora dos laboratórios e das universidades, muitos pacientes que se apegaram à fé para enfrentar grandes problemas de saúde já tiveram a comprovação de que precisavam. João recorre à Nossa Senhora da Conceição para enfrentar uma cardiomegalia (coração aumentado). Nicia Ribeiro, de 66 anos, tem o mesmo problema e se agarra ao Senhor do Bonfim para enfrentar a doença. Já o vendedor Hercílio da Silva, de 42, recorreu à São Jorge para domar seus dragões: além do problema de coração e de pressão alta, ainda venceu uma leucemia.
- Fiz o tratamento e sabia que ia ficar curado. Em três sessões de quimioterapia, todas as taxas já estavam voltando para o lugar - revela o devoto do Santo Guerreiro.
Nicia Ribeiro recorre ao Senhor do Bonfim para enfrentar os problemas de coração
Nicia Ribeiro recorre ao Senhor do Bonfim para enfrentar os problemas de coração Foto: Thiago Lontra / Extra
Avezum explica, no entanto, que há diferenças significativas entre espiritualidade e religiosidade, embora as duas situações sejam estudadas. A religiosidade é ligada a crenças e cultos. Já a espiritualidade está relacionada à forma como a pessoa encara os fatos cotidianos e os sentimentos no decorrer da vida.
- Pesquisamos se, antes de o problema celular se manifestar no corpo, o agir e o pensar podem antecipar essa desorganização celular - explica, lembrando que até mesmo um ateu pode se encaixar nesses casos.
Embora a maioria dos médicos ainda se atenha apenas aos hábitos de vida de seus pacientes, alguns especialistas já verificam que a crença em alguma vertente, qualquer que seja ela, colabora para o tratamento.
- Algumas escolas médicas afirmam que pessoas assíduas a um determinado culto religioso ou que se apegam à religião têm uma evolução melhor - diz o médico.
Com ou sem comprovação, são os próprios pacientes que dão a dica nesses casos: é melhor acreditar.
Nicia Ribeiro conta que, há muitos anos, esteve em Salvador e se emocionou muito quando entrou na Igreja de Nosso Senhor do Bonfim. Desde então, virou devota.
- Sinto uma fé, um amor muito grande quando vejo a imagem de Jesus na cruz, e choro desesperadamente. Não tenho explicação para essa fé. Meu Senhor do Bonfim sempre me ajuda, nunca me desampara. Vou direto ao todo poderoso, ao chefão. Quando fiz um cateterismo, entrei na sala de exames agarrada a uma imagem que trouxe da Bahia. Durante o exame, chamei tanto pelo Senhor do Bonfim que o médico me perguntou se eu era baiana. Correu tudo bem. Com muita fé, estou aqui.
João de Oliveira, de 78 anos, devoto de Nossa Senhora da Conceição, também conta com sua fé para enfrentar a doença cardíaca.
- Se eu não tivesse toda essa fé, acho que já tinha ido embora há muito tempo. Muita coisa já aconteceu comigo. Sem minha medalhinha, com certeza teria sido muito pior. Até em situações de rua. Já fui assaltado duas vezes e tenho certeza de que tudo teria sido diferente se não estivesse com a minha proteção.
O aposentado conta que sempre foi ligado à religião:
- Acredita que essa fé tenha me ajudado a enfrentar o problema do coração desde os 50 anos. É por isso que não deixo a medalhinha por nada. Independentemente de qualquer coisa, as pessoas têm que acreditar em algo, mesmo que tenham problemas na vida, que tenham que se curvar. Sem fé, a vida não faz nenhum sentido.



Ser feliz é uma decisão

Olhar sobre o cotidiano

                                                                                      Foto: Walnize Carvalho


Peraltice de domingo...


E no domingo...


Afinação da Arte de Chutar Tampinhas

João Antônio

Há algum tempo venho afinando certa mania. Nos começos chutava tudo o que achava. A vontade era chutar. Um pedaço de papel, uma ponta de cigarro, outro pedaço de papel. Qualquer mancha na calçada me fazia vir trabalhando o arremesso com os pés. Depois não eram mais papéis, rolhas, caixas de fósforos. Não sei quando começou em mim o gosto sutil. Somente sei que começou. E vou tratando de trabalhá-lo, valorizando a simplicidade dos movimentos, beleza que procuro tirar dos pormenores mais corriqueiros da minha arte se afinando.
Chutar tampinhas que encontro no caminho. É só ver tampinha. Posso diferenciar ao longe que tampinha é aquela ou aquela outra. Qual a marca (se estiver de cortiça para baixo) e qual a força que devo empregar no chute. Dou uma gingada, e quase já controlei tudo. Vou me chegando, a vontade crescendo, os pés crescendo para a tampinha, não quero chute vagabundo. Errei muitos, ainda erro. É plenamente aceitável a idéia de que para acertar, necessário pequenas erradas. Mas é muito desagradável o entusiasmo desaparecer antes do chute. Sem graça.
Meu irmão, tipo sério, responsabilidades. Ele, a camisa; eu, o avesso. Meio burguês, metido a sensato. Noivo...
-- Você é um largado. Onde se viu essa, agora!
É que eu, às vezes, interrompo conversas na calçada para os meus chutes.
Só um sujeito como eu, homem se atilando naquilo que faz, pode avaliar um chute digno para determinadas tampinhas. Porque como as coisas, as tampinhas são desiguais. Para algumas que vêm nas garrafas de água mineral, reservo carinho. Cuidado particular, jeito. É doce chutá-las bem baixo, para subirem e demorarem no ar. Ou de lado, quase com o peito do pé, atingindo de chapa. Sobem. Não demoram muito, que ainda não sou um grande chutador. Mas capricho, porque elas merecem.
Minhas tampinhas... Umas belezas.


sábado, 25 de maio de 2013

Dica de leitura



Sábado na estação

Org. Luiz Ruffato

Sábado na estação é uma coletânea de vários autores, fruto das experiências de escrita criativa, organizada pelo escritor Luiz Ruffato, no Rio de Janeiro, na Estação das Letras.
O design do livro é do artista Hugo Houayek, a imagem da capa é uma pintura do artista Victor Arruda, assim como os desenhos que estão no interior do livro. São contos de onze autores: Adelaide Amorim, Alexandre V. Schott, Angela Nabuco, Beatriz Castanheira, Jozias Benedicto, Lucia Valle, Manuel Aires, Maria Christina Monteiro de Castro, Marta Barcellos, Pedro Tebyriçá e Victor Arruda.

Seria cômico, se não "foçe" trágico


Manhã de maio



Walnize Carvalho
(Crônica-poema)



9 e 15: Manhã ensolarada

bicicletas

moça varrendo:

- uma buzina estridente,

- uma anciã espantada.

E eu, debruçada no portão,

olhando o mundo lá fora...

A menina espana a grade,

espiando a rua.

- Oi, bom dia!

- Bom dia!

Os olhos caminham:

“Aluga-se esta casa.”

Um adeus

sorrisos coloridos.

Caixotes cheios de lixo,

- jardins vazios de flores...

E eu, debruçada no portão,

olhando o mundo lá fora...

Uma carroça: - Ôa burro!

Alguém espera o ônibus!

Uma moça segura a peruca

Calças Lee

Trá, trá, trá

a banda toca

Toc, Toc, Toc

- uma mulher de sapato alto.

- Um menino descalço.

Ônibus: pessoas brancas, pretas,

Vermelhas e amarelas,

indo para o mesmo fim.

E eu, debruçada no portão,

olhando o mundo lá fora.

Um velho coça a cabeça,

ensimesmando

carros parados me olhando.

20 para as 10.

Ainda no portão

olhando o mundo lá fora.

Bi, Bi, Bi – a moça olha,

a velha corre.

E eu, debruçada no portão,

olhando o mundo lá fora.

Um urubu corta o azul.

Toc, Toc, Toc

a mulher de sapato alto.

Gente parada na calçada,

gente andando,

pessoas sorrindo

crianças brincando.

Uma jovem espera o carteiro,

que não chega...

Um preto sorri:

- sorriso branco.

O pregão antigo, na hora presente:

- laranja cravo, seleta, banana,

- olha o bananeiro!

E eu, debruçada no portão,

olhando o mundo lá fora.

A moça vaidosa...

- Ó o leite!

A empregada faceira...

A mulher da rua.

Uma criança no ônibus,

Sorrio: ela não!

O homem abóbora do Super Gasbrás

gente partindo...

Gente chegando...

Sorrisos brancos, azuis e amarelos!

Fon...Fon...

- Walnize!

(Wanize?!)

- Sim, já vou.

Desperto.

E sei agora, que é manhã

10 horas.

Deixo o portão,

o mundo lá fora,

para voltar, então, para o meu mundo.

Walnize Pereira de Carvalho (1969)

Obs.: Este poema fiz na minha adolescência




Palavras que ficam

"De tudo ficaram três coisas: A certeza de que estamos começando,a certeza de que é preciso continuar e a certeza de que podemos ser interrompidos antes de terminar.
Fazer da interrupção um caminho novo,
Fazer da queda um passo de dança,

Do medo uma escola,
Do sonho uma ponte,
Da procura um encontro,
E assim terá valido a pena existir!"

FERNANDO SABINO

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Chuva



Walnize Carvalho

Tédio

Dia chuvoso.

A chuva empoça a minha alma.

Vontade de chorar

De colocar

A chuva pra fora!...

Mas, qual!

Olho a chuva da janela.

Descubro crianças

Banhadas de alegria.

Também eu,

Quando criança

Quis me molhar,

Brincar na chuva,

Buscar alegria.

Alegria...

Que esta chuva

Tão fria e cinza

Não me traz.



Tédio.



Momento Nelson Rubens

por Keila Jimenez
(A jornalista Keila Jimenez é colunista de TV do caderno Ilustrada da Folha de São Paulo) 

Saída de Gugu equivaleria a 600 demissões na Record


Em meio à revisão total de despesas na Record, que prevê cortes, terceirização e extinção de programas, chama a atenção nos bastidores o fato de a rede manter alguns salários milionários, como o de Gugu Liberato.
O apresentador tem um salário mensal de R$ 3 milhões, o mais alto do canal, e segue estagnado no terceiro lugar em audiência, o que vem refletindo negativamente no faturamento de seu programa.

A direção da Record, que está revendo os gastos das atrações para decidir quem fica e quem sai, já teria até feito uma conta por cima: com o salário mensal de Gugu seria possível manter cerca de 600 funcionários com salário mediano, o que representaria 600 demissões a menos.
No entanto, nem Gugu nem a sua produção foram chamados ainda para conversar sobre redução de custos.
O apresentador tem um contrato bem amarrado com a emissora, com validade até 2017, que prevê uma multa em caso de rescisão que ultrapassa a casa dos R$ 100 milhões.

A ordem na Record é extinguir programas nos quais a conta não fecha, com faturamento menor do que os gastos.
Procurada, a Record não se pronunciou até a conclusão desta edição.





quinta-feira, 23 de maio de 2013

E pode?

Garota de 18 anos cria aparelho capaz de carregar o celular em 30 segundos


Invenção rendeu à Eesha Kharek R$ 100 mil e o segundo lugar em competição internacional

Imagine se recarregar seu celular fosse uma tarefa de apenas 30 segundos. Pois, em breve, a imaginação poderá não ser mais necessária. Eesha Kharek, uma americana de 18 anos, inventou um minúsculo aparelho que, acoplado à bateria do telefone, permite que ela seja recarregada em meio minuto.
A invenção rendeu à Eesha o segundo lugar na Feira Internacional de Ciência e Engenharia, promovida pela Intel. A jovem bateu 1,6 mil finalistas de 70 países e recebeu um atraente prêmio de US$ 50 mil (R$ 100 mil). A primeira posição ficou com o romeno Ionut Budisteanu. O jovem cientista usou inteligência artificial para criar um modelo de carro sem motorista de baixo custo.
Com a rápida adoção dos eletrônicos portáteis no mundo de hoje, o reconhecimento da necessidade armazenar energia de forma mais eficiente foi uma das razões que levaram Eesha a ganhar o prêmio, segundo a Intel. Para a empresa, a invenção da jovem “também tem potenciais aplicações para baterias de carro”.




Eesha Khare (esquerda) recebe prêmio por sua invenção, acompanhada do romeno Ionut Budisteanu (Foto: Chris Ayres/Intel)

Desistir



Já pensamos em desistir de algo em nossa existência? Em abandonar definitivamente, em não mais tentar, em dar as costas e deixar de lado?
Pois há coisas na vida que verdadeiramente merecem isso. Coisas que deveríamos todos pensar em desistir.
Quantas vezes tentamos modificar as pessoas que estão ao nosso lado, dando conselhos, brigando, insistindo e discutindo para que elas mudem o jeito de agir, de falar ou de pensar?
Talvez melhor fosse abandonarmos essa postura e tentarmos modificar a nós mesmos.
Analisarmos o próprio comportamento e verificarmos o que poderia ser diferente, como melhorar, como nos liberarmos de atitudes desagradáveis ou nocivas.
Já pensamos em abandonar a necessidade que temos de analisar a vida alheia, julgando e ponderando o que os outros fazem?
Pesamos o comportamento de nosso próximo, emitimos juízo de valor, sentenciamos e damos o veredicto para cada ação executada pelo nosso vizinho, parente ou amigo.
Talvez melhor fosse desistirmos dessa atitude e iniciarmos o julgamento de nós mesmos.
Quanto de nosso tempo utilizamos para verificar o que fazemos, como agimos, de que maneira nos comportamos?
É verdade que, como nos lembra Jesus, é muito mais fácil ver um cisco no olho do próximo do que uma trave em nosso olho.
Mas talvez seja o momento de abandonar e deixar para trás a preocupação com a atitude do outro e analisar melhor a nossa própria.
Já pensamos na possibilidade de abandonar nossa postura crítica, sempre vendo o erro, o deslize, a falha de nosso próximo?
Esquecemos multiplicadas vezes de valorizar a dedicação das pessoas, porque nos concentramos na procura das falhas.
Assim, não temos tempo ou não conseguimos aquilatar o quanto elas se esforçaram, fizeram o seu melhor, dentro da limitação própria que possuem.
Quem sabe, ao olharmos sob esse novo ângulo, consigamos eliminar a crítica destrutiva, o olhar de reprovação, o comentário pesado.
Esses, muitas vezes, levam ao desestímulo, à desistência de muitos de tal ou qual atividade, sem proveito algum.
Quantos de nós temos perante a vida um olhar de pessimismo, desânimo, analisando tudo e todos sob uma ótica negativa.
Com certeza, melhor seria renunciar a tal posição, enchendo nosso horizonte de bom ânimo, alegria e gratidão à vida, que tanto nos oferece e oportuniza.
Assim, quando tantos desistem de coisas importantes, relevantes, quando tantos abrem mão de compromissos e responsabilidades, sejamos nós os que desistamos de outra maneira.
Desistamos daquilo que apenas nos pesa ao coração, que nos dificulta o progresso, que entrava a marcha para o Alto para, finalmente, optarmos pelo bem e pelo bom, tendo Jesus como referência em nossas atitudes e comportamento.
Jesus, Modelo e Guia para toda a Humanidade.

Redação do Momento Espírita.
Em 22.5.2013.

Morena na Playboy



Depois de alguns meses de negociação, parece que as partes chegaram em um acordo.
A atriz Nanda Costa, a Morena da chatíssima "Salve Jorge" será a capa de agosto da Playboy, edição especial de aniversário da revista. Pelo menos, é o que garante o colunista Leo Dias, do jornal O Dia.

A bolada é boa. De acordo com Léo, a moça vai embolsar R$ 3 milhões para tirar a roupa. Talvez seja a maior negociação da história da publicação brasileira. O ensaio será feito no mês que vem na paradisíaca ilha de Cuba.