domingo, 30 de junho de 2013

Não dá pra ficar indiferente...

                        B R A S I L

Do "baú" do "Sociedade"

Metade do ano 

"Bem, chegamos a metade do ano e (ufa!) como foi rápido. 
Muitas coisas aconteceram: crises econômicas mundiais, acidentes aéreos que deixaram a todos perplexos, escândalos na política (isso não é tanto novidade atualmente), etc. 
No plano pessoal, tenho certeza que, para todos, foi uma avalanche de acontecimento de mesma intensidade.  Podemos aproveitar o momento, metade da corrida, metade do percurso restando, para refletirmos, se tudo que tínhamos planejado está concretizando (ou concretizado), se o rumo que tomamos até aqui é satisfatório, e tantas outras coisas.  
A cada ano que passa,o tempo parece “andar mais rápido”.  Um dia não tem sido mais suficiente para a quantidade de coisas que se deseja realizar... Mal , começamos o ano e já percorremos a metade. La se foram seis meses embora  e é uma boa hora, para se adotar um novo costume: ” Comemorar o Feliz Nova Metade do Ano”.  
Nesse período passado, coisa demais aconteceu, tanto no plano pessoal quanto no geral (já daria uma boa retrospectiva). Acrescente aos ingredientes, a percepção de tempo mais rápido e concluirá que adotar este novo marco é algo que começa fazer sentido.  Ao comemorarmos a passagem de 6 meses, podemos adotar a mesma postura de reflexão e renovação que fazemos no final do ano. Repensar, reavaliar e traçar novas estratégias sempre, nos ajuda muito a sempre prosseguir em linha com os objetivo macros que devemos ter para nossas vidas.  De nada adianta, nos prometermos um regime, por exemplo, se ao longo do ano não vemos que o caminho não está dando o efeito desejado, se a carga do trabalho aumentou, se um fato inédito aconteceu e seu tempo que tinha para a academia foi para espaço…  
Bem, por isso, desejo a todos um feliz 6 meses novos!

 DO:http://andrefonseca.wordpress.com/  

Postado por walnize carvalho em 30 de junho de 2011

sábado, 29 de junho de 2013

Atração


Walnize Carvalho

            O conheço, praticamente, de vista. Não tenho com ele qualquer intimidade.
            Oportunidade de aproximação até tive, já que familiares e ele são velhos conhecidos. Mas, no dizer popular, não houve a “química”...
            Consta que ele desperta paixão em muitos que o acompanham. E paixão – convenhamos – é sentimento arrebatador, que, na maioria das vezes, se desdobra em sofrimento ou euforia.
            Há os que fazem dele sua profissão de fé e marcham em filas ruidosas e intermináveis esperando a hora de sua atuação.
            Sabe-se que tem o condão de juntar ombros, entrelaçar mãos, fortalecer amizades e também desfazer parcerias, calar diálogos, acentuar hostilidades dado o seu poder de atração.
            Consegue, não raro, silenciar multidões como exasperar um solitário fã que o vê na tevê ou o ouve no rádio.
            Seus fiéis seguidores vestem literalmente a camisa e são capazes de passar “belas tardes de domingo” em sua companhia, o que redunda no dia seguinte em comentários matinais nas filas de padarias, de bancos, de casas lotéricas, nas rodas de frequentadores do centro da cidade. Isso faz a segunda-feira amanhecer com o desfile de pessoas de sorriso largo nos lábios contrapondo a outras de semblante fechado no ir e vir frenético de mais uma semana que, praticamente, se inicia...
            Tarde de domingo.
            No silêncio do meu quarto tento escrever sobre o que não sei dizer.
            No meu registro de observações ele aparece como algo envolvente, carismático, sociável e popular. E a maior de todas as certezas: não consegue nutrir indiferença mesmo naqueles (que como eu) não o conhecem de perto.
            Tarde de domingo.
            A calma reinante é interrompida. Percebo que há movimentação lá fora.
            Carros passam com sua buzinas estridentes.
            Ouço passos de pessoas que caminham apressadas indo ao encontro do espetáculo.
            Em casa e em outros lares admiradores preferem acompanhar a sua performance em rádios e tevês.
            Tarde de domingo.

            A atração vai começar – o FUTEBOL.  

Palavras que ficam

"Ao final de nossas longas andanças, chegamos finalmente ao lugar. E o vemos então pela primeira vez.
Para isso caminhamos a vida inteira: para chegar ao lugar de onde partimos.E, quando chegamos, é surpresa.

É como se nunca o tivéssemos visto.Agora, ao final  nossos olhos são outros, olhos de velhice, de saudade."
(RUBEM ALVES)

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Recebi,gostei e postei...

Obras de autores sanjoanenses mais perto dos alunos

Com o objetivo de incentivar a produção literária nas escolas, o plenário da Câmara de São João da Barra aprovou, na sessão da última quinta (27), um projeto de lei que permitirá aos alunos da rede pública, ter mais acesso às obras de escritores sanjoanenses. O projeto, de nº 037/13, foi apresentado pelo vereador Elísio Alberto da Silva Rodrigues, e para virar lei, precisa ser sancionado pelo prefeito, José Amaro Martins de Souza (Neco). O prazo para a regulamentação da lei é de 60 dias. 

Pelo texto, caberá à Secretaria Municipal de Educação, ao elaborar o calendário anual escolar, fixar uma data para a “Semana do Autor Sanjoanense”, que consistirá em exposição, discussão e divulgação de livros de autores nascidos no município e/ou que residam em SJB há mais de 10 anos e que tenham uma importante participação no cenário cultural do município. Sempre que possível, os escritores serão convidados a participar dos eventos. O projeto de lei também prevê que as bibliotecas públicas municipais tenham livros de autores sanjoanenses.

– O hábito da leitura é muito importante para uma boa formação profissional. E nada melhor que incentivar os alunos a lerem obras de autores que nasceram em SJB ou que, mesmo não sendo sanjoanense, estejam ambientados em nosso município. Temos excelentes escritores e esses nomes precisam ser cada vez mais valorizados, principalmente porque poderão servir de incentivo para a formação de novos escritores – explicou Elísio.


Por: Assessoria de Imprensa da CMSJB





Território antipático- Por Hermano Vianna


Coluna de Hermano Vianna hoje em "O Globo":

"O Facebook é um condomínio fechado que funciona com princípios contrários àqueles que criaram a riqueza da vida pública na internet.

Sou muito antigo. Quando usei a internet pela primeira vez, Tim Berners-Lee ainda não havia inventado o www. Portanto, Mark Zuckerberg nem sonhava com o Facebook. Durante este tempo de vida on-line, mantive afiada a curiosidade com relação às novas ferramentas que continuam a mudar nossas formas de comunicação com o mundo. Posso declarar: crianças, acompanhei em tempo real — parecia final de Copa do Mundo — a campanha que fez o Brasil virar campeão de perfis no Orkut. Depois, fiquei alegre ao perceber cada vez mais gente de favelas na rede social do Google, algo que revelava uma “inclusão digital” conquistada na marra. Então, não gostei nada quando os ricos abandonaram o Orkut para se afastar dos pobres, tentando manter a qualquer custo, na realidade virtual, a desigualdade real/brutal da sociedade brasileira.
Continuo achando o Facebook um território antipático. Não apenas pela maneira preconceituosa com que foi adotado no Brasil. Mais importante é outro argumento político já repetido inúmeras vezes nesta coluna: o Facebook (recuso-me a chamá-lo de “face”, como se fosse amigo íntimo) é um condomínio fechado que funciona com princípios contrários àqueles que criaram a riqueza da vida pública da cidade chamada internet. Muita gente nem se aventura mais para fora dos muros dessa rede social privada: pensa que aquilo ali é toda a grande Rede, esquecendo que vive em ambiente controlado por uma única empresa, trabalhando de graça para seu sucesso comercial. Por isso, fico assustado quando constato que as manifestações que tomaram conta das ruas brasileiras lutando por uma vida pública (tudo começou com a batalha pela melhoria do transporte público) mais democrática sejam “agendadas” dentro de condomínio controlado por uma das corporações de mídia mais poderosas do planeta (e que bloqueia nossos perfis se publicamos fotos de mulher com os peitos de fora).
As manifestações sempre começavam em eventos do Facebook. Acesso às informações sobre esses eventos só com perfil no Facebook, aceitando os termos de uso da empresa dona da rede social. Alguém já leu com cuidado esses Termos de Uso? Alguém chama aquilo de legislação democrática? Novamente: sou antigo, de um tempo em que muita gente via na internet uma trincheira na luta pela liberdade e acreditava em algo que pessoas mais novas não devem ter ouvido falar: software livre, código aberto. Onde isso tudo foi parar? E por que a defesa do Marco Civil da Internet, escrito em processo aberto, não se tornou também uma grande bandeira nas nossas manifestações de rua?
Estranha coincidência: enquanto os protestos brasileiros aconteciam, o FBI acusou Edward Snowden de espionagem, por ter vazado dados que provam que as grandes corporações da internet colaboram com o governo americano abrindo seus bancos de nossos dados que imaginamos privados. Era sobre isso que eu estava escrevendo nesta coluna antes das manifestações. Não vou assustar ninguém com essa politicagem global. Bastam questões mais práticas. Por exemplo: este é o último fim de semana do Google Reader. Esse serviço vai terminar porque o Google assim decidiu, sem consulta aos usuários. É uma empresa, pode fazer o que quiser com seus produtos. Imaginem se o Facebook decidir que quer “descontinuar” sua rede social. Onde vai parar a memória deste momento central da História brasileira?
Mesmo que o Facebook não acabe nunca: daqui a uma década, tente encontrar um evento da semana passada. Estará perdido em alguma timeline talvez desativada. Como a rede social não tem uma boa ferramenta de busca e criação de links, como os robôs de buscas externas não podem ultrapassar os limites de seus muros, é quase impossível encontrar alguma coisa por ali a não ser o passado mais imediato. Mas como dizem muitos, somos país sem memória. Que falta isso fará? Seremos muito felizes desmemoriados ou talvez vamos precisar da ajuda do FBI, que deve manter todos nossos “eventos” arquivados em alguma pasta secreta, para lembrar dos nossos anos ciber-rebeldes.
Miriam Leitão, no domingo passado, fez perguntas que devem estar tirando o sono de muitas outras pessoas: “E as pesquisas de opinião? O que é mesmo que perguntaram para captar tanta popularidade do governo? Como isso se encaixa com o que vimos agora?” Lendo as pesquisas publicadas pelo Ibope/“Época” esta semana (entre os 75% que apoiam os protestos 69% se dizem satisfeitos com suas vidas atuais) mais um mito caiu por terra: quem disse que para protestar precisamos estar insatisfeitos? Hoje todo mundo quer planos, inclusive políticos, cada vez mais ilimitados. Como sempre digo: abundância exige mais abundância."


Em novo livro, Mirian Goldenberg contesta mitos do envelhecimento


Antropóloga parte de Simone de Beauvoir para traçar novo retrato do amadurecimento e constata que as mulheres envelhecem melhor que os homens. 

                                                                                    Renata Reif - iG São Paulo

Um retrato cruel sobre o envelhecimento foi apresentado por Simone de Beauvoir (1908-1986) no livro “A Velhice” (La Vieillesse), em 1970. “Todo mundo sabe: a condição dos velhos é, hoje em dia, escandalosa”, disse à época. A obra da filósofa e feminista francesa faz parte dos achados da antropóloga Mirian Goldenberg, autora de dois livros sobre o tema, que em agosto lançará “A Bela Velhice” (Editora Record).
“Li e reli muitas vezes ‘A Velhice’ para poder dialogar com a obra de Beauvoir. Busquei o tempo todo dentro do livro dela alguma saída para o meu”, explica Mirian, que desde 2007 se aprofunda nas novas condições do velho. Foram 1.700 questionários, 15 grupos de discussão e centenas de entrevistas para que ela pudesse sintetizar em único texto todas as suas reflexões – bem mais animadoras que as da mulher de Jean-Paul Sartre (1905-1980).
“Os meus pesquisados dizem estarem vivendo muito mais, melhor e com mais liberdades”.



Exposição reúne mais de 6.000 brinquedos diferentes em SP

RAFAEL BALAGO 
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA




Aviões, bonecos e carrinhos são tipos comuns de brinquedo, mas que podem ser produzidos com inúmeros desenhos, cores e formas.
Essas variadas possibilidades ficam claras na mostra "Mais de Mil Brinquedos para a Criança Brasileira", que estará em cartaz no Sesc Pompeia (zona oeste de São Paulo) a partir de 9/7. A entrada será gratuita.
Em uma rampa, como se estivessem prestes a decolar, estão dispostos diversos aviões de plástico, de madeira e de metal, por exemplo. A fila continua para um céu imaginário, onde há outros modelos presos por fios.
A exposição, que ocupa uma área de 2 mil m², pode ser explorada sem percurso fixo e simula uma fábrica de brinquedos, com objetos artesanais, industriais, itens de coleção e exemplos vindos de diversos Estados do Brasil.
Trata-se de uma nova versão de uma mostra realizada em 1982, que reuniu mil brinquedos. Desses, 200 voltam a ser expostos, como uma boneca grega do século 5° a.C.
Sesc Pompeia - área de convivência - r. Clélia, 93, Água Branca, região oeste, São Paulo-SP. Tel. 0/xx/11/3871-7700. Ter. a dom.: 10h às 19h. Abertura: 9/7. Até 2/2/2014. Livre. Grátis.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Tá 'serto'!!!


Poesia em guardanapos

Guardanapos cheios de amor: conheça o projeto “Eu me chamo Antônio”
Do:contemoh.ig.com.br
Um guardanapo e uma caneta. Foi assim que nasceu o projeto Eu me chamo Antônio, do publicitário de 28 anos, que conta com frases inspiradoras em charmosas fotos dos papeizinhos, reunidos na web – e que já possuem mais de 160 mil fãs no Facebook!
A historia surgiu mais ou menos assim: Pedro Antônio sempre quis exteriorizar, de alguma forma,palavras e frases aleatórias que surgiam em sua mente. “Um dia, voltando pra casa, encostei no balcão do meu bar preferido e, enquanto esperava o pedido, comecei a rabiscar no guardanapo”, conta. Ele diz que pensou em jogar a frase no lixo, mas decidiu fotografá-la com uma câmera simples que carregava. Depois de um tempo, viu que acumulava pilhas de guardanapos na gaveta do quarto e decidiu colocar todos em um local simples e de fácil acesso: foi aí que ele encontrou o tumblr.
eu me chamo antonio1
A ideia deu tão certo que o site já conta até com uma parceria! A marca de camisetas Pulselibrecomercializa peças estampadas com frases do autor misterioso. Antônio, aliás, nunca deu as caras publicamente – e isso gerou uma brincadeira engraçada entre seus fãs, que mandam desenhos de como o imaginam para o concurso Antônio Misterioso. Essa foi uma forma divertida de interação que ele encontrou para se comunicar com tantas pessoas que entram todos os dias na página para comentar, curtir e compartilhar as poesias.
Gostou? Então entre no tumblr Eu me chamo Antônio e curta a página do Facebook para ver mais frases!
eu me chamo antonio2

Visitei e aprovei



Lendo uma revista li o seguinte:
Você sabia que existem programas que tornam a navegação da criança na internet mais segura? Entre e conheça o nosso site:www.netparacriancas.com.br 
 Agora que a neta Valentina (7) mostrou interesse em "navegar", movida de curiosidade fui lá conferir. 
  Percebi que O projeto é  norteado em fundamentos pedagógicos, buscando informar de maneira clara e educativa crianças, responsáveis e professores. Três públicos envolvidos e preocupados com uma navegação mais consciente.
Aproveito e deixo a dica.
   

Brasil-sil-sil!!!

                                                                 Charge: Duke

Mais uma vitória: decreto de Cabral reduz preços de passagens

 Do G1:

As linhas intermunicipais nas regiões Norte e Noroeste do Rio também tiveram redução na tarifa do transporte público. A redução foi publicada no Diário Oficial do estado e a partir da zero hora desta quarta-feira (26) as tarifas voltaram ao valor antigo. A queda do preço vale para as 1.590 linhas intermunicipais de todo o estado do Rio de Janeiro.

Veja algumas mudanças:

Empresa Brasil -  linha Campos/Itaperuna-   cobrava R$ 21 e agora vai cobrar R$ 20.
Campostur -  linha Campos/São João da Barra -  cobrava R$ 8,50 e reduziu para R$ 8,00
Empresa 1001 -  linha Campos/Macaé- cobrava R$ 22,53 e tarifa foi para R$ 21,46.
Já a linha Campos/Rio de Janeiro, também da 1001, teve redução de R$ 72,34 para R$ 64,23.
A redução do preço da passagem cumpre o Decreto Nº 44.266, de 21 de junho, publicado no Diário Oficial do Estado de segunda-feira (24), que determina que os valores das tarifas intermunicipais retornem ao valor estabelecido na Portaria Detro/Pres Nº 1101 de 20/12/2012.

Os nove da PEC 37





Fonte: Blog de Ancelmo Gois

Em ordem alfabética, aí vai a lista dos nove deputados federais que votaram a favor da PEC 37, rejeitada ontem por 430 votos na Câmara e uma das bandeiras do povo que está indo às ruas pela moralização da política. O deputado Sérgio Guerra alegou que votou por engano, mas não corrigiu seu voto. Como se sabe, essa PEC queria que o Ministério Público ficasse fora de investigações criminais. Obviamente não é preciso ser jurista para entender que isso enfraqueceria a ação do MP em defesa da sociedade. Respeite o direito de cada um deles de votar como quiser, mas respeite mais ainda o seu voto. 

 







 





Charge do dia- Mário Alberto


quarta-feira, 26 de junho de 2013

Já pensou?

A mesa que ajuda na hora da soneca
Do:Contemoh.ig.com.br
Tirar um cochilo após o almoço – que delícia… – não é apenas prazeroso, mas, segundo estudos, também melhora a produtividade e o rendimento no trabalho.
Pensando nisso, os gregos do Studio NL projetaram e criaram um móvel especial: por fora, uma mesa de trabalho comum. A diferença é que suas laterais e a parte da frente podem ser removidas, e, embaixo do tampo, é criado um gostoso espaço para esticar as pernas e descansar.
Além de ser uma solução para a soneca pós almoço, a mesa-cama é uma ótima opção para workaholics – termo em inglês para viciados em trabalho – que terão mais um motivo para ficar um pouco mais no escritório, descansando, ali mesmo, entre uma atividade e outra.


Moderna e engenhosa, a invenção traz grandes benefícios, afinal, 15 minutos de sono já ajudam na digestão, tiram a sensação pesada após as refeições, diminuem o estresse e estimulam a concentração para a segunda parte do dia.
Pois é… Quem não quer uma dessas no escritório?

Mitos e verdades

Tire suas dúvidas sobre o funcionamento das baterias de íons de lítio, usadas em eletrônicos como smartphones, tablets e notebooks

 Claudia Tozetto - iG São Paulo




Mesmo quem está acostumado com tecnologia tem dúvidas sobre o funcionamento de componentes internos do celular, tablet ou notebook. A bateria é um dos itens que suscita mais questionamentos. É comum ouvir um amigo recomendar que o celular não fique no bolso para não esquentar demais, esperar a carga da bateria acabar antes de conectar o aparelho ao carregador, entre outras orientações.ara ajudar os leitores a separar as recomendações verdadeiras dos mitos, o iGconversou com Renato Franzin, professor do Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da Universidade de São Paulo, e com Maria de Fátima Rosolem, pesquisadora de sistemas de energia do CPqD. Confira as respostas abaixo:
1. A bateria começa a perder sua capacidade assim que o aparelho sai de fábrica, mesmo se ele não for usado?
Sim. Depois de pronta, se ficar sem uso a bateria sofre reações internas e passa a descarregar. “Toda e qualquer bateria já nasce morrendo”, diz Fátima. Para evitar o problema, as baterias são carregadas parcialmente na fábrica, antes de chegarem às mãos do consumidor.
2. É melhor esperar a bateria descarregar totalmente antes de conectá-la ao carregador?
Não. O dono do aparelho pode usar o carregador para completar a carga da bateria a qualquer momento. As baterias de íons de lítio não sofrem do “efeito memória” que assombrava as baterias com tecnologia de níquel-cádmio, usadas nos primeiros celulares, notebooks e telefones sem fio. “Hoje os aparelhos têm tecnologia para reagir ao que o usuário fizer”, diz Franzin.
3. Deixar o celular plugado na tomada após a bateria estar carregada prejudica o funcionamento da bateria?
Não. Segundo Fátima, os carregadores oferecidos pelos fabricantes de celulares possuem um filtro que impede a passagem de corrente elétrica quando a bateria está “cheia”. Contudo, essa proteção pode falhar e a bateria pode aquecer. “Ao manter a bateria em uma temperatura alta, o usuário reduz a sua vida útil”, diz Franzin.
4. A bateria dura menos quando o usuário carrega o aparelho por meio da porta USB do computador?
Em princípio, a qualidade da carga feita por meio da porta USB é igual à da rede elétrica. Em alguns casos, diz Franzin, pode ser ainda melhor, já que a corrente que chega à bateria do celular já foi estabilizada pela fonte do computador antes. Contudo, o celular pode demorar mais a carregar, já que a corrente elétrica oferecida pela porta USB é menor que a da tomada.
5. A bateria dura mais no frio do que no calor?
Segundo Franzin, as baterias são fabricadas para funcionar em uma temperatura entre 20 ºC a 22 ºC. Em temperaturas muito altas, a bateria pode deixar de funcionar corretamente, já que o calor reduz a velocidade das reações eletroquímicas que ocorrem dentro da cápsula de metal. “Em uma temperatura mais baixa, de 15 ºC, abateria pode até ter um ganho de desempenho”, diz Franzin.
Embora o clima interfira pouco no funcionamento das baterias, quem vive em locais de climas mais ameno, como as regiões Sul e Sudeste do Brasil, pode usar a bateria por mais tempo e vice-versa. “Se a bateria estiver em uso em um local quente, como o Piauí, a vida útil dela será um pouco menor”, diz Fátima, do CPqD.
6. A bateria pode explodir se ficar sob calor excessivo?
Que a bateria não deve ser exposta ao fogo, todo mundo já sabe. Mas outras situações que envolvem temperaturas altas, como deixar o celular no painel do carro, também podem acelerar a degradação dos materiais que reagem dentro da bateria. “A energia que uma lâmpada consome em uma hora está armazenada dentro da bateria. A preocupação é de que o calor não faça ela liberar tudo isso de uma vez, causando uma explosão”, diz Franzin. Deixar o celular no bolso, no entanto, não é uma situação que possa provocar, por si só, a explosão de umabateria.
7. A bateria para de funcionar depois de alguns anos?
Sim. A bateria tem duração limitada, medida em ciclos que incluem o processo de carga e descarga total. As baterias usadas em celulares à venda no Brasil devem oferecer, no mínimo, 300 ciclos de carga, de acordo com determinação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Segundo Fátima, do CPqD, o mais comum é que as baterias de grandes fabricantes suportem pelo menos 1 mil ciclos.
8. Posso usar um carregador diferente do que acompanha meu celular?
A recomendação é de que os usuários utilizem somente o carregador recomendado pelo fabricante. O uso de carregadores fora da especificação pode causar danos à bateria, aumentando o risco de explosão ou mesmo reduzindo a vida útil do produto. “Só compre carregadores e baterias homologados pela Anatel, pois eles passam por sete ensaios de laboratório para garantir a segurança do usuário”, diz Fátima. As baterias e carregadores homologados pela Anatel possuem um selo especial.



Pela estrada...


terça-feira, 25 de junho de 2013

Festa no Asilo


Recebi...

...de uma amiga,por e mail e resolvi postar:
A CRISE DOS BURROS
Por Francisco José dos Santos Braga


I. INTRODUÇÃO

Durante a recente crise europeia, tem circulado uma parábola intitulada "A Crise dos Burros", traduzida para diversas línguas. A versão que segue abaixo constitui minha tradução quase literal desse texto, diretamente da língua grega. Consta que essa fábula apareceu pela primeira vez em francês, foi traduzida para o italiano e, em seguida, se espalhou por todas as línguas. O pressuposto nesta história é que empresários, banqueiros e autoridades públicas se unem em sintonia, em detrimento dos habitantes de uma aldeia, não identificada, mas que está sujeita às "leis de mercado"... dos burros.
 
Como se sabe, a situação ali retratada é particularmente sentida nos países da zona do euro, especialmente Grécia, Espanha, Portugal e Itália, que, ao fugirem à bancarrota, são submetidos às maiores atrocidades para cumprirem metas impostas por diversos organismos internacionais que lhes concedem crédito.
 
Como nenhum país está imune à intempérie nesses nossos tempos de globalização, em que a crise econômica não respeita fronteiras e ameaça indistintamente todos os países, julgo conveniente pensar que a situação descrita nessa fábula também possa não ser muito diferente da brasileira, em que pesem estatísticas e discursos oficiais não quererem reconhecer os maus ventos.


II. Minha tradução para "A CRISE DOS BURROS" 

Um dia apareceu numa aldeia um homem de terno e gravata. Subiu no banco da praça e gritou para a população local ouvir que compraria por 100 euros todos os burros que lhe trouxessem, e, ainda por cima, a dinheiro.
 
Os aldeões ficaram um pouco surpreendidos, mas o preço era muito bom e aqueles que aceitaram vender voltaram para casa com a bolsa cheia e um sorriso nos lábios.
 
No dia seguinte, o mesmo homem voltou e ofereceu 150 euros por burro não vendido; assim os demais camponeses venderam seus animais. Nos dias subsequentes, aumentou a oferta para 300 euros pelos animais que ficaram sem vender, tendo por consequência os últimos (camponeses) vendido seus burros sem arrependimento.
 
Quando aquele homem percebeu que na aldeia não restara nenhum burro, anunciou a todos que voltaria uma semana depois para comprar qualquer burro que encontrasse por... 500 euros! E se retirou.
 
No dia seguinte, confiou a seu sócio a manada de burros que tinha comprado e enviou-o à mesma aldeia com ordem de os vender todos ao preço de 400 euros cada.
 
Os aldeões anteviram a possibilidade de lucrar 100 euros por animal na semana que se seguiu. Por isso, ao longo dos dias restantes, compraram os burros por 400 euros cada, ou seja, readquiriram seus animais até quatro vezes mais caro do que o preço ao qual os tinham vendido, e, para o fazerem, foram obrigados a pedir EMPRÉSTIMO ao banco local.
 
Como se pode imaginar, depois da transação, os dois empresários saíram de férias para um paraíso fiscal do Caribe, enquanto os aldeões ficavam superendividados, desapontados e com os burros em sua posse.
 
É claro que os camponeses tentaram vender os burros para cobrirem as dívidas, mas foi inútil, pois todos já estavam abarrotados de burros cujo preço tinha chegado ao fundo.
 
Por isso, o banco confiscou os burros e, em seguida, os alugou aos antigos proprietários para tentar cobrar-lhes as dívidas.
 
Ainda assim, o banqueiro foi até ao prefeito da aldeia e lhe explicou que, caso não recuperasse os fundos emprestados ao Município, não só o prefeito iria à falência, como também pediria a suspensão da linha de crédito concedida ao Município, por via de consequência.
 
Aterrorizado, o prefeito, para evitar a catástrofe, em vez de dar dinheiro aos aldeões para cobrirem suas dívidas, deu-o ao banqueiro, o qual, aliás, era compadre do presidente da Câmara Municipal. O banqueiro, com a transação dos burros, após ter recuperado o seu capital, não quitou as dívidas dos aldeões nem do Município.
 
Ao ver as dívidas multiplicarem-se e apertado pelos juros, o prefeito pediu ajuda às prefeituras vizinhas; mas todas responderam negativamente, por terem sofrido prejuízo com seus próprios... burros!
 
Diante disso, o banqueiro deu ao prefeito o abnegado conselho de diminuir as despesas do Município da seguinte forma: menos dinheiro para as escolas, para o hospital da aldeia, para a polícia municipal, revogação dos programas sociais e de pesquisa, diminuição do financiamento para novas obras de infra-estrutura, aumento da idade para aposentadoria, exoneração da maioria dos funcionários municipais, cortes nos ordenados dos que permanecessem e aumento dos impostos.
 
Foi dito ser inevitável, mas prometido que aquelas mudanças estruturais eram "para por ordem no funcionamento do Estado, para por fim aos desperdícios" e... para moralizar o comércio dos burros.
 
A história começou a ficar interessante quando se ficou sabendo que os dois empresários e o banqueiro eram primos e residiam juntos numa ilha próxima a Bahamas, que tinham comprado com o seu... suor!
 
Ficaram conhecidos por "família dos mercados financeiros", e com grande bravura se ofereceram para financiar a campanha eleitoral dos prefeitos das aldeias da região.
 
Em todo caso, a história não terminou aí, porque ninguém soube o que fizeram depois os camponeses.


III. NOTAS DO AUTOR

¹  Fonte: http://alfeiospotamos.pblogs.gr/2013/05/h-krish-twn-ga-darwn-kai-to-ellhniko-hreos.html
Postado por Francisco José dos Santos Braga

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Há 130 anos, Campos tornava-se a pioneira em luz elétrica na América


A cidade de Campos, maior produtora de Petróleo do país, responsável por 80% da produção nacional, foi a primeira cidade da América Latina a ter iluminação pública elétrica, isso há exatos 130 anos, exatamente no dia 24 de junho de 1883, o que foi possível através de uma termelétrica a vapor acionadora de três dínamos com potência de 52 KW, fornecendo energia para 39 lâmpadas de 2000 velas cada. O serviço foi inaugurado pelo próprio Imperador Dom Pedro II e a placa só colocada dois dias depois.

Sua Majestade hospedou-se no solar do Visconde de Santa Rita, na rua 7 de setembro. A neta do visconde, Anita, casou-se com o jovem deputado Nilo Peçanha, mais tarde Presidente da República. Nilo, “mestiço de Morro do Coco”, era filho de um padeiro. A família da noiva se opôs ao casamento e, graças à determinação da jovem Anita – que fugiu de casa – os dois puderam se casar na Igreja de São João Batista da Lagoa, no Rio.
O casamento foi realizado pelo ilustre Padre Pelinca, que fora vigário da Paróquia de São Salvador - atual catedral - e que a esta altura já havia sido expulso da cidade.
HISTÓRIA
Em 1879, Thomas Edison inventou a primeira lâmpada incandescente prática, barata e capaz de competir com a iluminação a gás.


Três anos depois, em 1882, ele inaugurou, em Nova Iorque, a primeira central americana de serviço público de geração e distribuição de eletricidade: a Pearl Street Central Station.
Nesse mesmo período, no Brasil, a Câmara Municipal da cidade de Campos dos Goytacazes, no estado do Rio de Janeiro, aprovava, em 1881, a substituição da iluminação pública a gás pela iluminação a energia elétrica.
Dois anos depois, em junho de 1883, nessa mesma cidade, era inaugurado o primeiro serviço público de iluminação elétrica da América do Sul, na presença do imperador D. Pedro II.
Em 1889, seis anos após a experiência pioneira no norte fluminense, a primeira hidroelétrica da América do Sul era inaugurada; tratava-se da Usina de Marmelos, idealizada pelo industrial mineiro Bernardo Mascarenhas para abastecer a sua fábrica de tecidos e prover a cidade de Juiz de Fora de iluminação elétrica.
Frase da placa: "Em 1883 Campos era a primeira cidade da América Latina e a terceira do mundo a receber luz elétrica, este poste remanescente daquela época, é simbolo da grandeza da nossa história, perpetuada pelo tempo".




Postado por: GRANGER

Fonte: URURAU



segunda-feira, 24 de junho de 2013

CHORO & CIA. TERÇA-FEIRA NO TRIANON


O chorinho marca um novo encontro com seus admiradores, nesta terça-feira (25), em mais uma edição do Choro & Cia. no foyer do Trianon. O show do Conjunto Regional Carinhoso começará, pontualmente, às 20h. O projeto, iniciativa do Clube do Choro, fundado em Campos, em 1995, é realizado pela Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, através do Teatro Trianon. A apresentação terá entrada franca.

Sobem ao palco como convidados especiais, a cantora e atriz Simone Pedro e o músico Carlos Alberto Xará, trombonista. No intervalo poético, a convidada será a escritora paraense Lysa Castro, presença marcante nos Cafés Literários realizados na cidade.

O Conjunto Regional Carinhoso é formado por Eumir Silva da Gama (violão sete cordas) João Enesto Aldred Pinto Filho (bandolim), Mailton Gonçalves Ferreira (cavaquinho), José Maria Viana (violão seis cordas), Aderval Gomes - Valzinho (pandeiro), Vinícius Velasco (acordeon), Alba Valéria (voz e coordenação) e Katito (voz e direção musical).

Entre as peças do fino repertório do Regional estão: Carinhoso - Pixinguinha/João de Barro, Pérola - Jacob Bandolim, Vou Vivendo - Pixinguinha / Benedito Lacerda, Fala Baixinho- Pixinguinha / Hermínio Bello De Carvalho, Acontece - Cartola, Cadência - Juventino Maciel, Ronda - Paulo Vanzolini, Feitiço da Vila- Noel Rosa/ Vadico e outros clássicos.

No meio da novela...A Poesia!


Aconteceu em "Flor do Caribe":
O Amor
Carlos Drummond de Andrade
Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração para de funcionar 
por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da 
sua vida.
Se os olhares se cruzarem e neste momento houver o mesmo brilho intenso 
entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o 
dia em que nasceu.
Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante e os olhos 
encherem d'água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.
Se o primeiro e o último pensamento do dia for essa pessoa, se a vontade de 
ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um 
presente divino: o amor.
Se um dia tiver que pedir perdão um ao outro por algum motivo e em troca 
receber um abraço, um sorriso, um afago nos cabelos e os gestos valerem mais 
que mil palavras, entregue-se: vocês foram feitos um pro outro.
Se por algum motivo você estiver triste, se a vida te deu uma rasteira e a 
outra pessoa sofrer o seu sofrimento, chorar as suas lágrimas e enxugá-las 
com ternura, que coisa maravilhosa: você poderá contar com ela em qualquer 
momento de sua vida.
Se você conseguir em pensamento sentir o cheiro da pessoa como se ela 
estivesse ali do seu lado... se você achar a pessoa maravilhosamente linda, 
mesmo ela estando de pijamas velhos, chinelos de dedo e cabelos 
emaranhados...
Se você não consegue trabalhar direito o dia todo, ansioso pelo encontro que 
está marcado para a noite... se você não consegue imaginar, de maneira 
nenhuma, um futuro sem a pessoa ao seu lado...
Se você tiver a certeza que vai ver a pessoa envelhecendo e, mesmo assim, 
tiver a convicção que vai continuar sendo louco por ela... se você preferir 
morrer antes de ver a outra partindo: é o amor que chegou na sua vida. É uma 
dádiva.
Muitas pessoas apaixonam-se muitas vezes na vida, mas poucas amam ou 
encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e por não prestarem 
atenção nesses sinais, deixam o amor passar, sem deixá-lo acontecer 
verdadeiramente.
É o livre-arbítrio. Por isso preste atenção nos sinais, não deixe que as 
loucuras do dia a dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: o amor.


Pesquisa: domingo é o dia mais difícil para cair no sono

O estudo contou com a resposta de mais de 3 mil usuários americanos


Do:.com
Acordar na segunda-feira de manhã é sempre ruim, e parece ser o pior dia da semana para levantar. Uma das razões, segundo pesquisa do site Toluna Omnibus, é porque na verdade o dia anterior, domingo, é pior dia para se dormir. As informações são do Huffington Post.
O estudo contou com a resposta de mais de 3 mil usuários americanos, dos quais 39% afirmaram terem mais dificuldade de pegar no sono aos domingos, contra 19% que não conseguem dormir no sábado.
Uma das razões é o chamado "jet lag social", de acordo com o especialista em sono Michael J Breus. Por ficarem acordados até tarde nas sextas e sábados, e consequentemente dormirem até mais tarde nos sábados e domingos, os organismos ficam "bagunçados". Ter que dormir cedo no domingo, então, torna-se mais difícil.
Outro fator é o estresse. Dos usuários com empregos de períoso integral, 48% acham que domingo é o pior dia para dormir, o que demonstra o estersse pela semana que está para começar.
Do total de pessoas que acham que domingo é o dia mais difícil para cair no sono, 70% afirmaram que levam 30 minutosd a mais para finalmente "apagarem". As noites mais para dormir são terças e quintas-feiras, com 5% e 3% de entrevistados, respectivamente, reportando problemas para dormir.

domingo, 23 de junho de 2013

Aprenda a calar

Olhe para o céu!!!



 "Super Lua", 23 de junho de 2013
A noite de 23 de junho, temos mais uma lua cheia, mas está é um pouco diferente das outras, neste mês a lua cheia vai fica mais próxima da Terra do que o normal.

O fenômeno se da cerca de uma vez por ano, e é conhecido popularmente como "super lua", a órbita da Lua em torno da Terra não é perfeitamente circular é elíptica, nessa trajetória nosso satélite pode ficar no máximo a 406 mil quilômetros e no mínimo a 357 mil quilômetros de nós.

O ponto mais distante é chamado "Apogeu" e o mais próximo "Perigeu", a Lua aparece cheia, quando fica do lado oposto do Sol ao observamos a Terra, eventualmente isto pode acontecer quando a Lua está passando próximo do Perigeu, e é nessa translação que ocorre a "super lua'.

Neste dia 23, o instante em que a Lua ficará completamente cheia, acontece apenas 22 minutos antes dela passar pelo Perigeu, apesar de está quase cinquenta mil quilômetros mais próxima do que no apogeu, não dá para perceber a olho nu a diferença de tamanho da super lua, o diâmetro aparente fica 14% maior, o que parece muita coisa, mas é imperceptível a olho nu, especialmente porque não temos outra Lua no céu para compararmos.

No entanto é fácil notar que o luar fica mais intenso, uma super lua poder ser até 30% mais brilhante do que a lua cheia no apogeu.

Portanto não se deixe enganar por algumas imagens que circulam pela internet, onde a Lua é exageradamente grande, o tamanho da Lua nestas imagens se devem á perspectiva escolhida intencionalmente pelos fotógrafos.

Também não dê atenção a boatos de que a super lua pode causar terremotos, tsunamis e outros desastres naturais, não existe evidência cientifica alguma para isso, de qualquer maneira aproveite a noite de domingo para olhar para a Lua, a melhor hora para observá-la e logo no começo da noite quando estará próximo do horizonte, aparentemente maior e com uma coloração amarelada.

- Boas observações e céus limpos a todos!


‣ Vídeo: www.tinyurl.com/l2qoon8

‣ Saiba mais: 
www.tinyurl.com/okrhyzl - www.tinyurl.com/kpxqfuc

‣ Créditos pela imagem: www.tinyurl.com/n2z8l2m