segunda-feira, 18 de março de 2013

Setor cerâmico resiste ao tempo e garante 70% da produção no estado

Priscilla Chiapin
Do:Ururau

É impossível imaginar os tempos primórdios, os detalhes, entender os caminhos e as riquezas de que qualquer lugar sem se apoiar nos vestígios deixados pela história.
 Como qualquer riqueza é finita, algumas foram eternizadas em documentos e relatos, mas há aquelas que ainda fazem parte do dia-dia da sociedade atual.
Durante muito tempo, a planície Goitacá foi marcada pela grande produção de açúcar, mas com o fechamento da maioria das usinas na região, cerca de 30 a 35 anos atrás, o setor cerâmico ganhou vida e espaço, vindo preencher a grande lacuna deixada pela indústria do açúcar.
Antigamente, as cerâmicas eram todas manuais, contavam ainda com sistemas de maçaricos e eram tocadas por animais.
Atualmente, elas já contam com equipamentos elétricos e com o constante crescimento tecnológico, já existem algumas com sistemas de automatização, onde o homem tem pouca participação no manuseio.
Até alcançar seu destino final, a cerâmica passa por um longo processo de produção.
(...) Com aproximadamente 112 cerâmicas, sendo 103 delas sindicalizadas, Campos produz 70% dessa riqueza em todo o estado do Rio de Janeiro e consome apenas de 10% a 12%. Ao todo, são cinco milhões de peças produzias por dia. A produção é exportada principalmente para os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas também é vendida para São Paulo e Bahia.
Mais informações no site:www.ururau.com.br/

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