sexta-feira, 15 de março de 2013

Argentino que ganhou Nobel da Paz nega ligação de Papa Francisco com a ditadura


Gostei muito da notícia que li no site Globo.com esta manhã.

"O prêmio Nobel da paz argentino, Adolfo Pérez Esquivel, disse que o Papa Francisco não mantinha vínculos com a ditadura militar que governou o país nos anos 1970 e 1980.
Perez Esquivel, uma das vítimas do regime militar, defendeu o Papa de acusações de envolvimento no caso do sequestro de dois religiosos por órgãos de segurança argentinos.
As suspeitas foram veiculadas em um livro do jornalista Horácio Verbitsky, que tem a reputação na Argentina de manter grande proximidade com o governo de Cristina Kirchner.
Em uma biografia autorizada publicada em 2010, Bergoglio defendeu-se das acusações, dizendo que intercedeu junto aos militares pelos dois detidos, entre outros perseguidos por um regime que matou cerca de 25 mil pessoas.
Órgãos da imprensa argentina críticos à presidente, como o jornal Clarín, ressaltaram nesta quinta-feira (14) a difícil relação entre Cristina Kirchner e o cardeal Bergoglio, que costumava se reunir com políticos de oposição e sindicalistas."

Um comentário:

Marcelo Bessa disse...

Amigo, os "progressistas" inventaram isso porque ele é opositor da "democrática" Cristina Kirchner e sua corja.