terça-feira, 29 de maio de 2012

E direto da Câmara...

Mais uma do Blog do Bastos:

"Após as declarações do deputado federal Anthony Garotinho (PR), que o colocou como inimigo, o presidente da Câmara de Campos, vereador Nelson Nahim (PPL), fez mais um desabafo e contou que, em 2010, após a cassação da prefeita Rosinha Garotinho (PR), houve uma articulação de Garotinho para destituir Rogério Matoso (PPS) da presidência da Câmara. Agora, em 2012, Nahim disse que algo parecido poderia estar sendo articulado contra ele. Além disso, voltou a citar a ONG ligada ao irmão. “As pessoas não podem ser tratadas como propriedade. Dizer que os que estão comigo são inimigos. Isso aqui é ditadura? Vamos ter aula com Pinochet? Se não votar em alguém vira inimigo? Isso é deprimente. Pessoas que se acham donos da verdade. Eu disse o que a cidade inteira sabe. Temos em Campos uma ONG que paga para as pessoas frequentarem cursos. Existem listas e mais listas de pessoas de Santo Eduardo ao Farol de São Thomé que recebem pela ONG. É uma guerra suja. Quando assumi em 2010 fui chamado para ir ao PR e o objetivo de Garotinho era destituir o vice Rogério Matoso. Hoje já estou ouvindo que tem gente querendo fazer algo do tipo. Não duvido, porque ele já tentou fazer lá atrás com Rogério. Se quiser fazer algo para me destituir, podem fazer. Mas tenham motivos”, finalizou Nahim.

Episódio do PTB — Na sessão de hoje (29), Nelson Nahim também comentou sobre o PTB e classificou o presidente do partido em Campos, Edson Batista, como “o mesmo vassalo de sempre”. “Sou presidente do PPL. Não preciso procurar ninguém para ter partido. O deputado (Marcus Vinícius) é que estava insatisfeito. Ele me pediu para ir até a Alerj. O deputado se disse traído com Garotinho e afirmou que o partido estava sendo usado em Campos. Tenho como testemunha vários deputados estaduais. Que papelão que esse deputado faz. Quero dizer ao vereador Edson Batista que ele continua sendo o mesmo vassalo de sempre. Bacellar o chamou de capacho várias vezes com o dedo em riste. Não sou inimigo, mas não sou capacho de ninguém. O vereador Edson Batista foi dizer que eu estou com dificuldade na minha nominata. Quem é ele para dizer isso. O vereador Edson Batista é ruim de voto”, completou Nahim.

Bacellar fica sem falar — Como a bancada governista não votou pela prorrogação da sessão, os trabalhos foram interrompidos às 11h. Sendo assim, o vereador Marcos Bacellar (PDT), que estava inscrito para falar e prometia um discurso bombástico, teve que deixar o plenário sem fazer o seu desabafo. “Isso é um absurdo”, gritou Bacellar antes do encerramento."



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