terça-feira, 10 de setembro de 2013

Próximo sábado no Trianon

Recebi e repasso:



“Dzi Croquettes em Bandália” sábado no Trianon

Sucesso na década de 70, o grupo Dzi Croquettes está de volta. No musical “Dzi Croquettes em Bandália”, que será apresentado neste sábado (14), às 21h, no Teatro Trianon, a nova formação do grupo que possui linguagem cênica irreverente e libertária, vai impactar o público, com um trabalho de extrema qualidade. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). A classificação indicativa é de 16 anos. O evento tem a realização da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima.
Inspirados no documentário “Dzi Croquettes” (Tatiana Issa e Raphael Alvarez) o mais premiado do Brasil, jovens atores se reúnem decididos a viver uma experiência teatral baseada na filosofia do grupo que revolucionou o teatro brasileiro nos anos 70. Para isso se juntam a Ciro Barcellos, um remanescente da formação original que assume a direção e com o qual se lançam na aventura de viver em comunidade numa garagem abandonada.
Adaptada para realizar suas performances, se constitui num espaço onde tudo pode acontecer, desde teatro até um cabaré clandestino. Elaborado com vigor físico, humor e a irreverência peculiar aos Dzi Croquettes, o espetáculo mantém o forte apelo da dança como outrora, quando o coreógrafo norte-americano Lennie Dale liderava o grupo.
O espetáculo reúne três Dzi Croquettes originais: Ciro Barcelos, que juntamente com sua filha Radha Barcelos na assistência de direção e roteiro, assina a autoria, coreografia, direção geral e ainda atua. O veterano e premiado Claudio Tovar assina o figurino. E Bayard Tonelli faz participação especial.
No elenco, estão os atores Ciro Barcellos, Cleiton Morais, Demetrio Gil, Franco Kuster, Kostya Biriuk, Pedro Valério, Ricardo Burgos, Sonny Duque, Thadeu Torres, Udylê Procópio e Bayard Tonelli.

– Do mesmo modo que fora feito outrora, além de um teatro convencional e narrativo, o Dzi Croquettes visa privilegiar a ideia física do teatro musical brasileiro, a linguagem anárquica e tropicalista, o domínio das forças, o plano dos afetos, da paixão, da imaginação, da antropofagia – explica o diretor Ciro Barcellos.

Por Antônio Filho

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