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Dando sequência a nossa "série" hoje quem aparece por aqui é o Johnny, esse cocker spaniel agitadísssimo. Ele tem 2 anos e 7 meses e pertence a essa senhora que vos escreve.
lá no finalzinho do livro (marley e eu) o autor nos posiciona claramente sobre este amor incondicional do cão ao seu dono, quando nos fala que não importa como vc chega, é sempre uma festa!!
ai, que coisa tão verdadeira... não importa se vc tem $ ou não, se está feliz ou triste, se sentindo rejeitado ou mto amado... o cão sempre nos recepciona como se fôssemos reis/rainhas, com direito a tapete vermelho e tudo.
é mesmo um amor incondional, sem os tantos "ses" que nós, humanos fazemos, questão em pontuar numa relação.
perdi um shitzu recentemente. ele pulou o muro por medo dos fogos de fim de ano e não voltou. é tamanha a dor. a tristeza e a falta que me faz. qdo li o livro, tão próximo do que aconteceu, chorei horrores e confesso, ainda choro. mesmo! de lágrimas!
não por um cão de raça pura, ter seu pedigree preservado, mas pelos momentos que passamos juntos, mesmo q fosse uma vira-latas, todo amor é bem vindo!
É um coração valente guerreiro tricolor, pvitor,rs... Teresa, eu não li o livro mas chorei horrores no filme. Esses peludos têm mesmo um amor incondicional por nós...
alguém denuncie essa moça a sociedade protetora dos animais...que absurdo vestir o pobre cão com essa camisa de péssimo gosto...notem a tristeza do pobre cão...rsrsrsr....!
Votei em Ciro Gomes em 98. Porra louca, dirão alguns. Mas fala quase tudo que eu penso do momento atual. Será que ele vem em 2018? Como não voto no pt, nem na tucanada que manda a PM bater em professor e aluno, seria minha opção. .
A família da atriz Leila Lopes divulgou ontem, parte do conteúdo de uma das cartas que a atriz deixou para os parentes. Em um trecho ela escreve: Eu não quero envelhecer e sofrer. Confira abaixo: "Eu não me suicidei, eu parti para junto de Deus. Fiquem cientes que não bebo e não uso drogas, eu decidi que já fiz tudo que podia fazer nessa vida. Tive uma vida linda, conheci o mundo, vivi em cidades maravilhosas, tive uma família digna e conceituada em Esteio, brilhei na minha carreira, ganhei muito dinheiro e ajudei muita gente com ele. Realmente não soube administrá-lo e fui iludibriada por pessoas de má fé várias vezes, mas sempre renasci como uma fênix que sou e sempre fiquei bem de novo. Aliás, eu nunca me importei com o ter. Bom, tem muito mais sobre a minha vida, isso é só para verem como não sou covarde não, fui uma guerreira, mas cansei. É preciso coragem para deixar esta vida. Saibam todos que tiverem conhecimento desse documento que não estou desistindo da vida, estou em b...
Este é o retrato do que podemos chamar de Parque do Abandono. O lugar que já foi sede de outras entidades de interesse público, ultimamente estava servindo à Guarda Civil do município de Campos. Recentemente uma obra de reforma foi ensaiada no local, mas só na fachada principal do prédio. Seu interior continua abandonado e servindo para a bandidagem se esconder. Semana passada uma pessoa foi atacada quando passava pelo local. É inadmissível que um espaço desse tamanho fique abandonado no Centro da cidade, podendo ser utilizado para diversas outras atividades, como: estacionamento público, atividades esportivas, parquinho para crianças, enfim...uma enormidade de possibilidades. Vale lembrar que o Alzira Vargas é rodeado de hospitais, supermercados, academias, faculdades e residências particulares. As fotos acima foram feitas no fim do governo passado. Resolvi repetir, pois não está muito diferente atualmente. Fica o registro.
Comentários
lá no finalzinho do livro (marley e eu) o autor nos posiciona claramente sobre este amor incondicional do cão ao seu dono, quando nos fala que não importa como vc chega, é sempre uma festa!!
ai, que coisa tão verdadeira... não importa se vc tem $ ou não, se está feliz ou triste, se sentindo rejeitado ou mto amado...
o cão sempre nos recepciona como se fôssemos reis/rainhas, com direito a tapete vermelho e tudo.
é mesmo um amor incondional, sem os tantos "ses" que nós, humanos fazemos, questão em pontuar numa relação.
perdi um shitzu recentemente.
ele pulou o muro por medo dos fogos de fim de ano e não voltou.
é tamanha a dor.
a tristeza e a falta que me faz.
qdo li o livro, tão próximo do que aconteceu, chorei horrores e confesso,
ainda choro.
mesmo!
de lágrimas!
não por um cão de raça pura, ter seu pedigree preservado,
mas pelos momentos que passamos juntos,
mesmo q fosse uma vira-latas,
todo amor é bem vindo!
abç,
:)
Teresa, eu não li o livro mas chorei horrores no filme. Esses peludos têm mesmo um amor incondicional por nós...
crueldade contra animais...
Valeu,claudiokezen!!!