sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Mormaço

Mormaço

Walnize Carvalho

Quando ele passa
é como um dia de Mormaço
Você se distrai
Esquece o chapéu
o protetor solar.
A brisa é fresca
A manhã é bela
Você se deixa envolver...

Só Percebe
ao fim do dia
o corpo febril
tatuado,
intocável.

Abre a janela
e pede à brisa da noite
que sopre pela sua pele nua
e suavize
a dor da Saudade.

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