sábado, 5 de janeiro de 2013

O escritor

                                
 Walnize Carvalho
                    (lembrando meu pai - Waldir Carvalho)

Todos os dias ele se refugiava na sua ilha.
Ilha da fantasia.
No escritório biblioteca,
em frente à maquina de escrever , ele sonhava...
Viajava por passeios que não fez ;
  Via cenários que não eram seus;
Promovia diálogo com seus personagens.
Na companhia do instrumento de trabalho,
 ele criava
letras, palavras e textos.
- Historias que brotavam da mente e do coração.

Mais tarde, impresso em papel
O fruto da sua imaginação –o livro – era, fraternalmente,
levado às pessoas e estas, que saborearam com prazer.

Ele - satisfeito e grato - se orgulhava da colheita.

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