Como alguns amigos já sabem, gosto muito de esportes, em particular, o futebol. Botafoguense apaixonado, mas acima de tudo, um amante do bom futebol. Por isso não tenho vergonha em dizer que os dois maiores craques que vi jogar aqui no Brasil foram Zico e Romário, carrascos conhecidos do meu alvinegro. Começo essa postagem assim, pois os últimos dois dias foram muito especiais. Também como muitos sabem, sou um alucinado pela programação e o modo de fazer televisão que a ESPN Brasil tem. Há mais de 10 anos acompanho o canal e durante esse tempo, se muitas coisas mudaram para melhor, até pelas mudanças tecnológicas que não param, algumas outras se mantém intactas: Independência na hora de informar e comentar, bom humor e credibilidade. Podem não ter exclusividade em algumas transmissões, mas compensam isso com informação e competência. Ou seja, praticam um jornalismo de verdade!! Sem privilégios e proteções. Por essas e outras, fica difícil expressar minha alegria e orgulho, pelo fato de...
Comentários
Acho que depois que inventaram os tais sistemas de som que são adaptados aos carros, a tranquilidade de qualquer um foi por água a baixo.
Faço muito esforço, tristemente, para entender como se a legislação brasileira não permite adaptações aos veículos e no caso aqueles sistemas o são, podem eles ser vistoriados e emplacados anualmente.
Independentemente, de qualquer forma, andam pelas ruas vomitando em altos decibéis, atraindo a atenção de todos a atestar as suas loucuras e insanidades.
Só assim para classificar como uma pessoa se presta a transitar com um som alto, que nem ele mesmo suporta, pois os carros trafegam com os vidros abaixados.
Imagino até que seja uma necessidade de afirmação, o que o som lhe confere no chamamento de atenção.
Levo mais adiante a ideia que deve ser, até mesmo, um problema de ordem psicológica, pois o objetivo mesmo é provocar a todos.
Se muito incomodar, então, ainda melhor.
Não é mais coisa de adolescente simplesmente. Adultos, pais de famílias andam aos “berros” pelas ruas.
Infelizmente somos levados a refletir o que será de seus filhos no futuro.
Já se sabe que o ensinamento maior para a formação do caráter de uma criança, dentre outros, é o exemplo vindo de casa.
Talvez de boa ideia fosse –– penso –– que haja uma campanha pelos meios maiores de divulgação, transformando tal comportamento em um procedimento ridículo, ou seja, que a pessoa se sinta “cafona” diante do que pratica.
Não se pode admitir que outros, a propósito das insanidades de muitos–– porque hoje já são muitos –– fiquem reféns de mazelas auditivas.
Sem contar, é claro, que sempre tais desvios estão acompanhados de sons e músicas de péssima qualidade.
Se já não se justificaria se de bom nível fosse, me insurjo ainda mais quando é limitado ao pior, o que me parece incultura.
Francisco Alberto Sintra.