Professores de escola municipal de braços cruzados


Os professores da tradicional Escola Municipal Albertina de Azeredo Venâncio, em Travessão de Campos, cruzaram os braços hoje.
Eles exigem a nomeação de um diretor, já que a prefeitura exonerou a antiga direção e até hoje a escola se encontra sem um novo gestor.
O movimento começou agora a tarde e se estende ao turno da noite. Os docentes e funcionários querem ainda que o nome que vai ser escolhido passe pelo crivo da comunidade escolar.

Comentários

Anônimo disse…
Vcs do Sociedade estão de parabéns...quanta informação na hora...Que bom termos um trio assim de tanta qualidade...Que a imprensa tradicional abra o olho, ou contrate vcs. rsrsrs. abraços e parabéns

Francisco Antonio
Ana Paula Motta disse…
Obrigada, Francisco Antonio. Volte sempre aqui ao nosso espaço.
tomara que vire moda a mobilização do professorado na rede municipal.

Não somente para a eleição direta da direção escolar, algo que deve ser praxe em qualquer lugar civilizado, mas também para fiscalizarem a aplicação de recursos para a merenda ou mesmo para exigirem um plano educacional com metas avançadas para o município.

Observarei esperançoso!
Sérgio disse…
A cada dia que passa o Sociedade se solidifica!! Hoje vocês deram show de informação!!! Se por um lado fico triste pelo triste dia em nossa cidade, é bom saber que temos um espaço que cresce a todo instante!
Grande abraço e parabéns!
Ana Paula Motta disse…
George Gomes Coutinho, tomara mesmo que a mobilização se torne prática comum para essa e outras reivindicações legítimas.

Sérgio, obrigada por sempre prestigiar esse espaço. Realmente o dia hoje foi "pesado".
Anônimo disse…
O problema que ocorre na E.M. Albertina Venâncio(Travessão) acontece em outras unidades escolares, por exemplo:
ÂNGELO FAEZ
CEMSTIAC
PEQUENO JORNALEIRO
WILMA TÂMEGA
LUÍS SOBRAL
FREDERICO BARBOSA
LIONS I e II
MARECHAL ARTUR COSTA E SILVA
OLGA LINHARES

01- As diretoras ainda não assumiram;

02- Grande parte da direção que já tomou posse e fruto de indicação de vereador, ou seja, não tem condições acadêmicas para assumir um escola;

03- A SMEC não definiu o projeto pedagógico para 2009;


04- A maioria que assumiu DAS na SMEC não é da rede municipal, isto é, não conhece a realidade(são 5 mil professores; 247 unidades escolares da rede municipal; com os 51 mil alunos). Quem assumiu não sabe o sistema de avaliação dos alunos; não tem uma proposta pedagógica e, pior, não sabe onde fica a grande parte das escolas);

05- Teremos nesse ano a Prova Brasil(INEP.GOV); os alunos não serão preparados a tempo.

Enfim, é o caos; porém o que esperar de uma secretária(Auxiliadora Freitas) que foi humilhada, achincalhada,
publicamente?
Anônimo disse…
O problema no Albertina pior do que parece. Vamos ao princípio: pra começar, a escola leva o nome da mãe do vereador mais antigo da bancada, Sr. Ederval Barriga Branca Venâncio, derrotado por Papinha Nestle, no último pleito dentro do distrito. Este último, criador de galinhas caipira, exigiu da prefeita eleita, Rosa de Hiroshima, a nomeação de sua indicada: a costureira e dona de lojinha local, Sônia Brabrum. Rosa de Hiroshima não concorda com a indicação e então, o impasse foi formado..
Parece piada, mas não é. Acreditem!
Anônimo disse…
escola municipal né? tinha q ter uma reclamaçao as escolas sao um lixo e as condiçoes de trabalho entao? com essas prefeituras nao vai mudar tao cedo...

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