Nosso cotidiano-Andrew Matheus

Nós somos muito suscetíveis a influências das pessoas que nos cercam.
Nós nos tornamos parte de nosso ambiente mais próximo, e ninguém está imune às influências de nosso próprio mundo – nossos amigos, nossa família, nossos colegas de trabalho, a TV, os jornais, o rádio, os livros e as revistas que lemos.
Não tente se enganar, pensando que você está imune às coisas e às pessoas em sua vida.
Nossos pensamentos, sentimentos, ações e metas estão sendo constantemente moldados por aqueles e por aquilo com que convivemos.
Veja um exemplo: você começa num novo emprego e faz seus 10 minutos habituais de intervalo para o café, enquanto seus colegas de trabalho param por meia hora.
Pode ter certeza que, em duas semanas, você vai fazer paradas de 20 minutos; e, um mês depois, também vai tirar meia hora de folga.
Ou seja, você adotará a mesma atitude de seus colegas de trabalho.
Uma das coisas mais fascinantes a respeito do ser humano é o fato de, na maioria dos casos, não perceber que há mudanças acontecendo em nossa volta.
É como voltar à poluição urbana depois de passar algumas semanas em meio ao ar puro.
Só assim percebemos o quanto estamos acostumados com o mau cheiro.
Andando com pessoas críticas, aprendemos a criticar. Vivendo em meio a pessoas felizes, aprendemos a respeito da felicidade.
Ao andar com pessoas complicadas, a vida se torna confusa. Já a companhia de entusiastas nos deixa entusiasmados.
Os aventureiros nos ajudam a abraçar aventuras; os prósperos nos inspiram a alcançar prosperidade.
Isso tudo quer dizer que precisamos decidir o que queremos da vida, para então escolhermos nossas companhias de acordo com nossas decisões.
Você poderá muito bem dizer: “Isso vai dar trabalho. Não será muito agradável.
Posso ofender algumas de minhas companhias atuais”.
Pode ser. Mas a vida é sua!
Em poucas palavras: se você for sério quanto a mudar sua vida, seja sério quanto a mudar o que o cerca.
Nós nos tornamos parte de nosso ambiente mais próximo, e ninguém está imune às influências de nosso próprio mundo – nossos amigos, nossa família, nossos colegas de trabalho, a TV, os jornais, o rádio, os livros e as revistas que lemos.
Não tente se enganar, pensando que você está imune às coisas e às pessoas em sua vida.
Nossos pensamentos, sentimentos, ações e metas estão sendo constantemente moldados por aqueles e por aquilo com que convivemos.
Veja um exemplo: você começa num novo emprego e faz seus 10 minutos habituais de intervalo para o café, enquanto seus colegas de trabalho param por meia hora.
Pode ter certeza que, em duas semanas, você vai fazer paradas de 20 minutos; e, um mês depois, também vai tirar meia hora de folga.
Ou seja, você adotará a mesma atitude de seus colegas de trabalho.
Uma das coisas mais fascinantes a respeito do ser humano é o fato de, na maioria dos casos, não perceber que há mudanças acontecendo em nossa volta.
É como voltar à poluição urbana depois de passar algumas semanas em meio ao ar puro.
Só assim percebemos o quanto estamos acostumados com o mau cheiro.
Andando com pessoas críticas, aprendemos a criticar. Vivendo em meio a pessoas felizes, aprendemos a respeito da felicidade.
Ao andar com pessoas complicadas, a vida se torna confusa. Já a companhia de entusiastas nos deixa entusiasmados.
Os aventureiros nos ajudam a abraçar aventuras; os prósperos nos inspiram a alcançar prosperidade.
Isso tudo quer dizer que precisamos decidir o que queremos da vida, para então escolhermos nossas companhias de acordo com nossas decisões.
Você poderá muito bem dizer: “Isso vai dar trabalho. Não será muito agradável.
Posso ofender algumas de minhas companhias atuais”.
Pode ser. Mas a vida é sua!
Em poucas palavras: se você for sério quanto a mudar sua vida, seja sério quanto a mudar o que o cerca.
Comentários
Que texto!
uau!
O texto não é meu, apenas o achei muito bom e postei aqui.
Bom resto de domingo....
Parabéns pela co-autoria... trazendo para nós um escritinho pensável "no último", como diz a galera...
Para você, também um bom resto de domingo.