quinta-feira, 21 de junho de 2012

Em sintonia

Falando em Rádio... sem falso pudor, falo do Radialista Waldir Carvalho:"Em 1951 deixou seu cargo de contra-mestre na alfaiataria de João Waked, isto porque indicado por Prisco de Almeida, foi contratado como redator-produtor por Dr. Mário Ferraz Sampaio para a Rádio Cultura que na época mantinha uma programação no estilo da Rádio Nacional.
Durante 10 anos(época áurea do Rádio- décad 50/60) ali esteve dando expansão à sua vocação de escritor. Na Cultura produziu esquetes, crônicas, legendas para musicais e, sobretudo contribuiu para a criação da sua seção de rádio-teatro.
Durante este período escreveu com especial dedicação peças completas e rádio-novelas, destacando-se entre estas, “Almas Negras”, “Melodia da Alma”, “A Sentença Divina” (tendo como tema o controle da natalidade), “A Canção de Ninar” (tema judical sobre doação). Como novidade criou a rádio-novela histórica, focalizando os heróis campistas, quando foi homenageado pela Câmara Municipal em virtude de ter feito a novela “A Epopéia de Patrocínio”, a qual passou a integrar a programação oficial da Municipalidade do centenário de nascimento do “Tigre da Abolição”, conforme iniciativa do Dr. Ewerton Paes da Cunha, então Diretor de Educação da Prefeitura.
A partir de 1974, e durante dois anos, produziu semanalmente uma rádio-reportagem histórica sobre Campos para a Campos Difusora, sob o título de “Nossa Terra, Nossa Gente”,onde encerrou sua participação no Rádio.

Fonte:"Se não me trai a memória"-Waldir Carvalho

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