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"A amizade é semelhante a um bom café; uma vez frio, não se aquece sem perder bastante do primeiro sabor."
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Anônimo disse…
SUFOCO Depois que ela se foi da sua vida, levou um bom tempo ainda pensando. Não podia negar, a sua ausência era sentida constantemente. Agora, nem se lembra mais de detalhes da convivência a dois. Mas em contrapartida, recordava vez por outra dos dissabores vividos. Alguma coisa guardava ainda. Talvez na forma de um cofre inexpugnável, que só ele sabia o quanto e o que tinha lá dentro. Afinal, sempre existe em qualquer convivência o outro lado. Aquele que não tem o glamour dos amantes, o áspero. O ponto culminante da sua impaciência era com os ciúmes dela. Sempre infundados e num explodir de emoções de forma doentia. Até se poderia imaginar que era uma coisa meio que patológica, o bastante para em dados momentos, lhe causar preocupação e intranquilidade com alguns comportamentos mais desequilibrados. Assim, era bastante motivo para tentar o rompimento, mas atitude assim tão forte não se poderia tomar de uma hora para outra. Apesar das experiências vividas não tinha muito que fazer –– estava atônito –– cada vez mais envolvido e de uma forma que nem conseguia mais raciocinar direito. Mas persistiu nos seus objetivos. Até que em determinado momento resolveu dar um basta. Arrumou as suas coisas e saiu do apartamento –– ainda não eram casados –– quando ela estava ausente. Sofreu uma boa temporada com aquela situação, confessou. Mas já agora, admitiu, não existe nenhuma marca mais. Mas um dia, bastante tempo após a separação, depois de assediado tantas e tantas vezes na tentativa de uma reconciliação –– se lembrou naquele momento –– a viu num shopping. Estava acompanhada de outro e aparentemente muito feliz. Os anos correram e hoje, já casada e com filhos, quando o vê –– descreveu ––, “dá de ombros” e “empina o nariz”. Tomara que tenha aprendido e não sufoque o atual da mesma forma, ou mesmo que ele tenha capacidade de suportar o bastante. Agora reflete e entende que é a vida. Muito felizmente, é a vida. Afinal –– como dizem e ainda bem –– “a fila anda”. Francisco Alberto Sintra
Votei em Ciro Gomes em 98. Porra louca, dirão alguns. Mas fala quase tudo que eu penso do momento atual. Será que ele vem em 2018? Como não voto no pt, nem na tucanada que manda a PM bater em professor e aluno, seria minha opção. .
Já é grande o movimento de pessoas na Câmara de Vereadores de Campos para o velório do vereador Renato Barbosa. Nesse momento, já pode ser visto no local um carro funerário. Amigos e simpatizantes do vereador aguardam pela chegada do corpo. Jornalistas também já estão a postos. Atualização às 17:01: Confirmado que o enterro do vereador será amanhã às 8 horas no Cemitério do Caju.
O escritor Paulo Coelho negou hoje que tenha entrado em contato com o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, como este divulgara em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Coelho afirma que não ligou e não tem interesse em se filiar a partido algum.
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Depois que ela se foi da sua vida, levou um bom tempo ainda pensando.
Não podia negar, a sua ausência era sentida constantemente.
Agora, nem se lembra mais de detalhes da convivência a dois.
Mas em contrapartida, recordava vez por outra dos dissabores vividos.
Alguma coisa guardava ainda.
Talvez na forma de um cofre inexpugnável, que só ele sabia o quanto e o que tinha lá dentro.
Afinal, sempre existe em qualquer convivência o outro lado.
Aquele que não tem o glamour dos amantes, o áspero.
O ponto culminante da sua impaciência era com os ciúmes dela.
Sempre infundados e num explodir de emoções de forma doentia.
Até se poderia imaginar que era uma coisa meio que patológica, o bastante para em dados momentos, lhe causar preocupação e intranquilidade com alguns comportamentos mais desequilibrados.
Assim, era bastante motivo para tentar o rompimento, mas atitude assim tão forte não se poderia tomar de uma hora para outra.
Apesar das experiências vividas não tinha muito que fazer –– estava atônito –– cada vez mais envolvido e de uma forma que nem conseguia mais raciocinar direito.
Mas persistiu nos seus objetivos.
Até que em determinado momento resolveu dar um basta.
Arrumou as suas coisas e saiu do apartamento –– ainda não eram casados –– quando ela estava ausente.
Sofreu uma boa temporada com aquela situação, confessou.
Mas já agora, admitiu, não existe nenhuma marca mais.
Mas um dia, bastante tempo após a separação, depois de assediado tantas e tantas vezes na tentativa de uma reconciliação –– se lembrou naquele momento –– a viu num shopping.
Estava acompanhada de outro e aparentemente muito feliz.
Os anos correram e hoje, já casada e com filhos, quando o vê –– descreveu ––, “dá de ombros” e “empina o nariz”.
Tomara que tenha aprendido e não sufoque o atual da mesma forma, ou mesmo que ele tenha capacidade de suportar o bastante.
Agora reflete e entende que é a vida. Muito felizmente, é a vida.
Afinal –– como dizem e ainda bem –– “a fila anda”.
Francisco Alberto Sintra