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"É preciso atrair violentamente a atenção para o presente do modo como ele é, se se quer transformá-lo. Pessimismo da inteligência, otimismo da vontade."
A. Gramsci
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Anônimo disse…
CONFORMAÇÃO De há muito já não se viam. Mas guardavam, cada qual a seu modo, boas lembranças, amizade e educação familiar adquirida de berço. Foram dias memoráveis de passeios, conversas várias e recordações de fatos e pessoas que com eles conviveram. Passaram a limpo velhas e novas histórias, Desta feita, no entanto, muito mais à vontade para segredar seus erros, frustrações, alegrias e desejos. Certo é que nunca houve antes momentos tão marcantes de desnudada cumplicidade. Para eles, sentiram que alguma coisa mágica aconteceu, que pode ser creditado até ao amadurecimento de sentimentos, ideias e o vivenciar de dissabores, tão natural em quem já transitou o bastante em longa estrada para chegar à compreensão. Decorridos tantos dias, absorvidos pelas atenções e pela presença, até prazeres e obrigações foram minimizados em suas importâncias diante daqueles momentos. Compreensível, claro, afinal sempre se integraram, mas as jornadas de conquistas profissionais fizeram com que se afastassem e as distâncias dos seus exercícios eram consideráveis. Bem verdade que se a ausência física é efetiva, jamais abriram mão da boa comunicação pelos meios que lhes possibilitassem contatos, às vezes até por duas ou três vezes por semana. Mas o desejo de estar junto sempre foi muito forte. Agora, passou a sentir um vazio com o partir, mesmo sabendo que a ida daquele seu único irmão para o seu meio familiar, naturalmente, já o pressionava intensamente. No entanto, ficou certo dentro de cada um quantitativos expressivos da importância do encontro, que desejam, continuarão muitas e muitas vezes mais. Todavia, se para o que se foi existe muitos em casa a esperar, ao contrário, o que ficou, ficou, somente com a sua sempre presente e constante solidão. O que no caso, aliás, não lhe trás nenhuma tristeza, mas uma acentuada conformação, sem abdicar de almejar que assim não seja para sempre. Francisco Alberto Sintra
Votei em Ciro Gomes em 98. Porra louca, dirão alguns. Mas fala quase tudo que eu penso do momento atual. Será que ele vem em 2018? Como não voto no pt, nem na tucanada que manda a PM bater em professor e aluno, seria minha opção. .
Já é grande o movimento de pessoas na Câmara de Vereadores de Campos para o velório do vereador Renato Barbosa. Nesse momento, já pode ser visto no local um carro funerário. Amigos e simpatizantes do vereador aguardam pela chegada do corpo. Jornalistas também já estão a postos. Atualização às 17:01: Confirmado que o enterro do vereador será amanhã às 8 horas no Cemitério do Caju.
O escritor Paulo Coelho negou hoje que tenha entrado em contato com o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, como este divulgara em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Coelho afirma que não ligou e não tem interesse em se filiar a partido algum.
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De há muito já não se viam.
Mas guardavam, cada qual a seu modo, boas lembranças, amizade e educação familiar adquirida de berço.
Foram dias memoráveis de passeios, conversas várias e recordações de fatos e pessoas que com eles conviveram.
Passaram a limpo velhas e novas histórias,
Desta feita, no entanto, muito mais à vontade para segredar seus erros, frustrações, alegrias e desejos.
Certo é que nunca houve antes momentos tão marcantes de desnudada cumplicidade.
Para eles, sentiram que alguma coisa mágica aconteceu, que pode ser creditado até ao amadurecimento de sentimentos, ideias e o vivenciar de dissabores, tão natural em quem já transitou o bastante em longa estrada para chegar à compreensão.
Decorridos tantos dias, absorvidos pelas atenções e pela presença, até prazeres e obrigações foram minimizados em suas importâncias diante daqueles momentos.
Compreensível, claro, afinal sempre se integraram, mas as jornadas de conquistas profissionais fizeram com que se afastassem e as distâncias dos seus exercícios eram consideráveis.
Bem verdade que se a ausência física é efetiva, jamais abriram mão da boa comunicação pelos meios que lhes possibilitassem contatos, às vezes até por duas ou três vezes por semana.
Mas o desejo de estar junto sempre foi muito forte.
Agora, passou a sentir um vazio com o partir, mesmo sabendo que a ida daquele seu único irmão para o seu meio familiar, naturalmente, já o pressionava intensamente.
No entanto, ficou certo dentro de cada um quantitativos expressivos da importância do encontro, que desejam, continuarão muitas e muitas vezes mais.
Todavia, se para o que se foi existe muitos em casa a esperar, ao contrário, o que ficou, ficou, somente com a sua sempre presente e constante solidão.
O que no caso, aliás, não lhe trás nenhuma tristeza, mas uma acentuada conformação, sem abdicar de almejar que assim não seja para sempre.
Francisco Alberto Sintra