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"É importante lembrar que não podemos nos tornar o que devemos ser se continuarmos sendo o que somos." Max de Pree
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Anônimo disse…
OLHANDO PELO RETROVISOR Melhor se lembrando, mesmo a distância ir se acentuando em espaço e tempo, verifica que as análises, conversas e recordações fluíram com muita facilidade e no mesmo tamanho em identificação de pensamentos. Até deu para questionar agora, se tudo não parecia ser examinado antecipadamente como um estudo técnico, ou mesmo pautado conciliatoriamente antes. Percebeu, também, de forma surpreendente, que mesmo não sendo entre eles a diferença de idade elástica, contudo, já por tantos anos e pelas distâncias em que vivem, hábitos, costumes e razões de cada local em que residem, poderiam, como consequência, ter informações e visões diferentes, desaguando em haver contradições em seus pontos de vista. Felizmente, agora olhando pelo retrovisor, verifica que houve efetiva conjugação de ideias. Haveria alguma razão a justificar tal fato? Longe, em contatos semanais só de ouvir a voz, trocavam opiniões que pelo tempo despendido não oferecia oportunidade de aprofundamento. Mas houve de fato um aconchego pessoal de cada um, sem se constituir, no entanto, em acomodação emocional da concordância fácil e agradável. De tudo foi falado, aclarado, debatido em tamanhas proporções e em volumes significativos. Pelo relativo tempo curto, as abordagens, agora observa, pareceram de levantamentos pessoais de anos e anos. Credita-se, entende, pelo nível elevado de comunhão que sempre foi edificado em casa para ambos desde a idade primeira e que naturalmente foi bem aceito e absorvido, permanecendo inatacável depois de tanto tempo. Todavia, se houve um conservadorismo no que possuem de capital moral e educacional, quanto aos sentimentos, amplas margens de crescimento foram alargadas e efetivadas. São registros que só à distância, mesmo ainda que bem pouca do afastamento físico, possibilita a visão mais aberta do que aconteceu. Interiorizada a vivência, as marcas da sensação da ausência se expandem, deixando claro que qualquer tempo foi pouco e o muito que se falou insuficiente. Mas sem reclamos, realizado, abastecido pelo calor recebido e doado, não se distanciou do desejo de novos encontros. Francisco Alberto Sintra
Votei em Ciro Gomes em 98. Porra louca, dirão alguns. Mas fala quase tudo que eu penso do momento atual. Será que ele vem em 2018? Como não voto no pt, nem na tucanada que manda a PM bater em professor e aluno, seria minha opção. .
Já é grande o movimento de pessoas na Câmara de Vereadores de Campos para o velório do vereador Renato Barbosa. Nesse momento, já pode ser visto no local um carro funerário. Amigos e simpatizantes do vereador aguardam pela chegada do corpo. Jornalistas também já estão a postos. Atualização às 17:01: Confirmado que o enterro do vereador será amanhã às 8 horas no Cemitério do Caju.
O escritor Paulo Coelho negou hoje que tenha entrado em contato com o presidente nacional do PV, José Luiz Penna, como este divulgara em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Coelho afirma que não ligou e não tem interesse em se filiar a partido algum.
Comentários
Melhor se lembrando, mesmo a distância ir se acentuando em espaço e tempo, verifica que as análises, conversas e recordações fluíram com muita facilidade e no mesmo tamanho em identificação de pensamentos.
Até deu para questionar agora, se tudo não parecia ser examinado antecipadamente como um estudo técnico, ou mesmo pautado conciliatoriamente antes.
Percebeu, também, de forma surpreendente, que mesmo não sendo entre eles a diferença de idade elástica, contudo, já por tantos anos e pelas distâncias em que vivem, hábitos, costumes e razões de cada local em que residem, poderiam, como consequência, ter informações e visões diferentes, desaguando em haver contradições em seus pontos de vista.
Felizmente, agora olhando pelo retrovisor, verifica que houve efetiva conjugação de ideias.
Haveria alguma razão a justificar tal fato? Longe, em contatos semanais só de ouvir a voz, trocavam opiniões que pelo tempo despendido não oferecia oportunidade de aprofundamento.
Mas houve de fato um aconchego pessoal de cada um, sem se constituir, no entanto, em acomodação emocional da concordância fácil e agradável.
De tudo foi falado, aclarado, debatido em tamanhas proporções e em volumes significativos.
Pelo relativo tempo curto, as abordagens, agora observa, pareceram de levantamentos pessoais de anos e anos.
Credita-se, entende, pelo nível elevado de comunhão que sempre foi edificado em casa para ambos desde a idade primeira e que naturalmente foi bem aceito e absorvido, permanecendo inatacável depois de tanto tempo.
Todavia, se houve um conservadorismo no que possuem de capital moral e educacional, quanto aos sentimentos, amplas margens de crescimento foram alargadas e efetivadas.
São registros que só à distância, mesmo ainda que bem pouca do afastamento físico, possibilita a visão mais aberta do que aconteceu.
Interiorizada a vivência, as marcas da sensação da ausência se expandem, deixando claro que qualquer tempo foi pouco e o muito que se falou insuficiente.
Mas sem reclamos, realizado, abastecido pelo calor recebido e doado, não se distanciou do desejo de novos encontros.
Francisco Alberto Sintra