A internet e suas “correntes”

Sempre fui uma pessoa que odiava os arquivos em PPS enviados por e-mail. Era intolerante mesmo, muitas vezes eu simplesmente deletava os e-mails antes de ler (alguns enviados até por amigos muito queridos) por algumas razões entre elas porque demoravam a abrir, porque achava que as mensagens eram um amontoado de chavões piegas, por pura falta de paciência.
Bom, eu pensava assim. Até que...um belo dia eu estava meio triste e resolvi abrir uma dessas tantas mensagens e encontrei conforto no que veio escrito. Resolvi olhar esses textos despida do preconceito, e hoje também repasso alguns.
Ainda discordo de muitas mensagens ( e não repasso, mas leio) principalmente as piadinhas políticas e os textos alarmistas sobre vários assuntos – desde violência até gripe A- mas já não jogo tudo fora sem ler como antes.
Meu amigo Neto me disse uma coisa pra se pensar , que algumas mensagens que pedem que se faça uma oração, ou envie uma oração só podem fazer bem.Ele tem razão. Só não gosto daquelas que trazem uma “ameaça” tipo “se não fizer isso vai acontecer aquilo”, aí fico fula da vida.
Recebo coisas maravilhosa, por vezes embrulhadas em excessos como música chata ou imagens que mudam muito de cor e têm luzes piscando demais, mas aprendi a ser mais tolerante.
Hoje agradeço aos amigos que insistiram em me mandar mesmo sabendo que eu não lia, algumas me “salvaram o dia” muitas vezes.

"Os provérbios são sempre chavões até alguém experimentar a verdade contida neles."


Aldous Huxley - Escritor
26 de Julho de 1894 - 22 de Novembro de 1963

Comentários

Anônimo disse…
Penso exatamente da mesma forma, Ana.
Em alguns momentos tenho a mesma sensação. Alguns e-mails já me ajudaram muito em momentos delicados.
Ana Paula Motta disse…
Pois é, Márcia, eu "queimei" a língua e hoje penso bem diferente de antes.

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