Como alguns amigos já sabem, gosto muito de esportes, em particular, o futebol. Botafoguense apaixonado, mas acima de tudo, um amante do bom futebol. Por isso não tenho vergonha em dizer que os dois maiores craques que vi jogar aqui no Brasil foram Zico e Romário, carrascos conhecidos do meu alvinegro. Começo essa postagem assim, pois os últimos dois dias foram muito especiais. Também como muitos sabem, sou um alucinado pela programação e o modo de fazer televisão que a ESPN Brasil tem. Há mais de 10 anos acompanho o canal e durante esse tempo, se muitas coisas mudaram para melhor, até pelas mudanças tecnológicas que não param, algumas outras se mantém intactas: Independência na hora de informar e comentar, bom humor e credibilidade. Podem não ter exclusividade em algumas transmissões, mas compensam isso com informação e competência. Ou seja, praticam um jornalismo de verdade!! Sem privilégios e proteções. Por essas e outras, fica difícil expressar minha alegria e orgulho, pelo fato de...
Comentários
Ele nunca foi de atitudes avançadas e atrevidas em conquistas.
Tímido, sempre mediu as distâncias e analisou as aparências.
Amante do belo, mas sempre entendeu o ser interior como de maior valor, não se importando, ou não configurando o que se vê como privilégio.
Os seus sonhos se passavam nos estritos limites do imaginável e do possível.
Nunca se arvorou em aventuras que não lhe confortassem a alma.
Bem verdade que era preciso que o coração batesse primeiro e mais forte, muito antes dos impulsos que a imagem lhe poderia oferecer.
Vê-se então que as embalagens, sem olvidar de admirar as mais belas, nem sempre demonstravam o valor e a qualidade do conteúdo, estes, no seu entender, o mais atraente.
Também a quantidade nunca lhe foi importante, atitude até que o fazia ser merecedor de registros de amigos pela perda de oportunidades tão bem claras e explicitas.
Mas não era para ele o que estimulava.
Quando era conquistado, nunca pelos olhos analíticos da maioria, mas com os que entendia que numa forma de introspecção varavam a alma.
De sonhos e sonhos, no entanto, não se pode dizer que se arrependeu do que viu, fez e vivenciou, mas, certamente, restou vago o que nunca realizou.
Por isso mesmo, tal e qual com a disposição de um experiente “mascate” está na estrada, com a mala cheia das melhores e valiosas emoções para oferecer.
Até porque, não se esquece da citação de um amigo interiorano: “cachorro velho cai os dentes, mas não perde o faro”.
Francisco Alberto Sintra