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Dando sequência a nossa "série" hoje quem aparece por aqui é o Johnny, esse cocker spaniel agitadísssimo. Ele tem 2 anos e 7 meses e pertence a essa senhora que vos escreve.
lá no finalzinho do livro (marley e eu) o autor nos posiciona claramente sobre este amor incondicional do cão ao seu dono, quando nos fala que não importa como vc chega, é sempre uma festa!!
ai, que coisa tão verdadeira... não importa se vc tem $ ou não, se está feliz ou triste, se sentindo rejeitado ou mto amado... o cão sempre nos recepciona como se fôssemos reis/rainhas, com direito a tapete vermelho e tudo.
é mesmo um amor incondional, sem os tantos "ses" que nós, humanos fazemos, questão em pontuar numa relação.
perdi um shitzu recentemente. ele pulou o muro por medo dos fogos de fim de ano e não voltou. é tamanha a dor. a tristeza e a falta que me faz. qdo li o livro, tão próximo do que aconteceu, chorei horrores e confesso, ainda choro. mesmo! de lágrimas!
não por um cão de raça pura, ter seu pedigree preservado, mas pelos momentos que passamos juntos, mesmo q fosse uma vira-latas, todo amor é bem vindo!
É um coração valente guerreiro tricolor, pvitor,rs... Teresa, eu não li o livro mas chorei horrores no filme. Esses peludos têm mesmo um amor incondicional por nós...
alguém denuncie essa moça a sociedade protetora dos animais...que absurdo vestir o pobre cão com essa camisa de péssimo gosto...notem a tristeza do pobre cão...rsrsrsr....!
Os anos da ditadura militar foram conhecidos como os Anos de Chumbo. Esta é uma imagem inteligente e sugestiva, já que a cor chumbo é escura e sem brilho, como as forças conservadoras daquela época tentaram impor à toda sociedade. E assim, vivemos todos, por mais de duas décadas, privados dos nossos direitos básicos garantidos por qualquer constituição democrática em um Estado de Direito. Direitos como a liberdade de expressão, de voto, o de ir e vir, o de livre associação, etc..., foram dissociados da vida cotidiana dos cidadãos atravás de uma série de medidas de força, intimidação e censura. Foram anos tristes, de perdas importantes e que deixaram cicatrizes varridas para baixo do tapete. A intimidação é uma forma clássica de ação do pensamento autoritário. Como vivemos tempos democráticos, não cabe mais a intimidação física muitas vezes perpetradas na calada da noite como nos anos de excessão. Para os que se acham donos de um "feudo" chamado Campos dos Goytacazes, no enta...
Comentários
lá no finalzinho do livro (marley e eu) o autor nos posiciona claramente sobre este amor incondicional do cão ao seu dono, quando nos fala que não importa como vc chega, é sempre uma festa!!
ai, que coisa tão verdadeira... não importa se vc tem $ ou não, se está feliz ou triste, se sentindo rejeitado ou mto amado...
o cão sempre nos recepciona como se fôssemos reis/rainhas, com direito a tapete vermelho e tudo.
é mesmo um amor incondional, sem os tantos "ses" que nós, humanos fazemos, questão em pontuar numa relação.
perdi um shitzu recentemente.
ele pulou o muro por medo dos fogos de fim de ano e não voltou.
é tamanha a dor.
a tristeza e a falta que me faz.
qdo li o livro, tão próximo do que aconteceu, chorei horrores e confesso,
ainda choro.
mesmo!
de lágrimas!
não por um cão de raça pura, ter seu pedigree preservado,
mas pelos momentos que passamos juntos,
mesmo q fosse uma vira-latas,
todo amor é bem vindo!
abç,
:)
Teresa, eu não li o livro mas chorei horrores no filme. Esses peludos têm mesmo um amor incondicional por nós...
crueldade contra animais...
Valeu,claudiokezen!!!